Membros da oposição do Corinthians devem entrar, nesta quarta-feira, com um agravo interno para derrubar a liminar concedida pelo Tribunal de Justiça de São Paulo que suspendeu a votação de impeachment do presidente Augusto Melo no Conselho Deliberativo. A reportagem da Gazeta Esportiva apurou que, entre conselheiros do clube, há o entendimento de que Clara Maria Araújo Xavier, desembargadora que concedeu a liminar, não estudou o estatuto do Corinthians antes de tornar legal a suspensão da votação de impeachment. Membros da oposição do clube entendem que a liminar não se sustenta, já que o parecer da Comissão de Ética não é determinante, segundo o estatuto da agremiação, e tem caráter opinativo. Opositores também contestam a afirmação de que Augusto não teve espaço para se defender, já que o presidente apresentou sua defesa à Comissão de Ética e iria discursar para os conselheiros antes do início da votação de impeachment. Ainda na visão desses membros, existe jurisprudência a respeito do caso, que não foi seguida pela desembargadora Clara Maria Araújo Xavier.
O agravo interno permite dois cenários: reanálise e retratação da desembargadora ou avaliação de um colegiado. Os opositores vão apresentar os argumentos nesta quarta e ficarão em cima para ter um retorno da Justiça o quanto antes para seguir com o prosseguimento da votação de impeachment. Além dos pontos citados, os conselheiros do Corinthians constataram que Clara Maria Araújo Xavier é irmã de Geraldo Xavier, conselheiro vitalício do clube. Apesar disso, a ideia é não levar registrar esse tópico no agravo interno, pelo menos inicialmente, para não gerar desgaste entre as partes e alongar ainda mais o processo. A liminar da Justiça foi publicada por volta das 19 horas (de Brasília) da última segunda-feira e foi muito comemorada por conselheiros aliados de Augusto e torcedores que estavam do lado de fora do Parque São Jorge. Augusto Melo, inclusive, comemorou a suspensão da reunião do lado de fora do clube junto com os corintianos presentes. Inicialmente, a Justiça negou o pedido de suspensão da votação, mas Augusto recorreu da decisão.
O mandatário alega que que Romeu Tuma Júnior, presidente do Conselho Deliberativo do clube e responsável por reger os processos internos, teria descumprido o estatuto corintiano para marcar a reunião extraordinária que vai decidir o futuro do mandatário. Além deste processo de votação de impeachment, um novo pedido de destituição de Augusto Melo foi protocolado no Conselheiro Deliberativo no último sábado. O requerimento, desta vez enviado ao CD pelo Conselho de Orientação, já foi encaminhado para a Comissão de Ética.
Diferentemente do requerimento que teve a votação suspensa, a solicitação do Cori não depende de investigação. Ela é baseada em dados técnicos e números apresentados no último relatório do órgão sobre as demonstrações financeiras do primeiro semestre da gestão.



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