O presidente do Corinthians, Augusto Melo, enfrenta um terceiro pedido de impeachment no clube, apresentado pelo conselheiro Paulo Roberto Bastos Pedro. O motivo é a reprovação das contas de 2024, que resultaram em um déficit de R$ 181,8 milhões e um aumento no endividamento, elevando o passivo do clube para R$ 828 milhões. Segundo cálculos da diretoria, as receitas a receber resultam em R$ 407 mi em dívida bruta.
Paulo Pedro baseou seu pedido de impedimento em diversos pontos, incluindo o descumprimento de prazos na publicação dos balancetes, falta de processo previsto no estatuto para a contratação de empresas de segurança, ausência de revisão orçamentária, falta de relatório da Ernst & Young, entre outros. Ele também criticou a gestão dos ingressos e problemas relacionados ao Fiel Torcedor e ingressos da Neo Química Arena, assim como a gestão em desacordo com a regulamentação do Profut e da Lei Geral do Esporte.
Antes desse último pedido, Augusto Melo já havia enfrentado dois processos de impeachment. Um deles foi aberto para votação após reunir mais de 90 assinaturas, e outro foi recomendado pelo CORI no ano passado. A votação para o impeachment havia sido suspensa devido à falta de tempo hábil para concluir o processo, mas a admissibilidade do impeachment foi aprovada em votação apertada, por 126 a 114.



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