Enquanto o foco da torcida está na taça da Copa do Brasil, a diretoria do Corinthians já traçou o destino financeiro do clube para o próximo ciclo. O Conselho Deliberativo aprovou o plano orçamentário para 2026, que impõe uma meta severa: reduzir a folha salarial do departamento de futebol em R$ 6 milhões por mês.
Essa reestruturação forçará a saída de jogadores com vencimentos elevados e a não renovação de contratos que expiram em dezembro. O objetivo é tornar o clube sustentável e cumprir as metas de endividamento, independentemente do resultado no Maracanã.
Meta de Vendas e Fim de Ciclos
Para fechar a conta de 2026, o Corinthians previu uma arrecadação de R$ 151 milhões apenas com a venda de jogadores. Nomes como Breno Bidon, Yuri Alberto e o jovem Gui Negão já despertam interesse do mercado europeu e são vistos como os principais ativos para atingir esse montante.
Quem pode estar saindo:
Talles Magno: O empréstimo junto ao New York City termina agora e o atacante perdeu espaço com Dorival Júnior.
Romero: Sem conversas para renovação, o paraguaio tem contrato até o fim do mês e pode se despedir após a final.
Maycon: Embora seja peça-chave para Dorival na final — deve ser titular no lugar de Garro —, o volante pertence ao Shakhtar. O atraso de pagamentos do Timão junto aos ucranianos, que gerou processo na FIFA, torna sua permanência uma incógnita.
Para a grande decisão contra o Vasco, o Corinthians vai de "força máxima", buscando o tetracampeonato que não apenas traria glória esportiva, mas também uma premiação vital para aliviar esse cenário de cortes que aguarda o Parque Jorge em janeiro.
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