O Corinthians de 2026 vive uma realidade administrativa mais estável. Após encerrar um jejum de oito anos sem títulos nacionais ao bater o Vasco da Gama na final da Copa do Brasil 2025 (vitória por 2 a 1 no Maracanã), o clube iniciou este ano reafirmando sua força ao conquistar a Supercopa Rei contra o Flamengo, com um placar de 2 a 0 no Mané Garrincha. Para manter a engrenagem funcionando, a diretoria quitou nesta quinta-feira (19) a última parcela das premiações devidas:
Copa do Brasil: Foram pagos R$ 23,1 milhões ao plantel.
Supercopa Rei: Outros R$ 3,6 milhões foram destinados ao grupo e comissão.
Gestão de Elenco e Fluxo de Caixa
O pagamento de 30% do total das premiações foi estruturado em três parcelas para não comprometer o funcionamento do clube. Mesmo com a retenção de parte dos valores pela Caixa (devido ao financiamento da Arena), a diretoria priorizou o "acordo de cavalheiros" com os jogadores. Essa organização tática financeira é vista internamente como fundamental para manter a intensidade e o foco do time em campo.
Agenda Decisiva: Paulistão e Brasileirão
Com os salários e prêmios em dia, o Timão vira a chave para os desafios imediatos:
Quartas do Paulistão: O próximo compromisso é neste domingo (22), às 20h30, contra a Portuguesa, no Canindé. É jogo único: quem vencer avança às semifinais.
Brasileirão 2026: Na quarta-feira (25), o desafio será contra o Cruzeiro, no Mineirão, pela 4ª rodada do campeonato nacional.
A vitória recente por 1 a 0 sobre o Athletico-PR, somada ao alívio financeiro, coloca o Corinthians em uma posição de confiança. Dorival Júnior terá o retorno de Breno Bidon para o duelo contra a Lusa, reforçando a equipe em um momento onde a saúde financeira e o desempenho técnico parecem, finalmente, caminhar juntos no MorumBIS.
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