Peder Luis Soares, o novo diretor jurídico do Corinthians, programou uma reunião para esta quinta-feira com Cássio Roberto Conserino, promotor do Ministério Público de São Paulo (MP-SP). O objetivo do dirigente é discutir a entrega de documentos sigilosos e reafirmar o compromisso do clube com a investigação sobre possíveis gastos inadequados nas gestões dos últimos três presidentes: Augusto Melo, Duilio Monteiro Alves e Andrés Sanchez.
De acordo com informações obtidas pela Gazeta Esportiva, Pedro vinha tentando contatar o promotor nos últimos dias, mas teve dificuldades. Ele até se deslocou até o Fórum da Barra Funda, mas Cássio estava em Brasília e não pôde atendê-lo. A diretoria do Corinthians deseja alinhar com o promotor a entrega de relatórios financeiros pendentes. Na última segunda-feira, o clube começou a enviar documentos solicitados pelo MP, mas apenas as faturas dos cartões de crédito de 2018 até maio de 2025 foram encaminhadas.
O Corinthians estuda a melhor maneira de fornecer os dados ao MP, optando por enviá-los diretamente ao Judiciário com pedido de sigilo, em vez de mandá-los à promotoria. Com isso, o MP terá acesso às informações através do Judiciário. Essa decisão se deu em razão de preocupações sobre o vazamento dos dados bancários e fiscais, que são considerados sensíveis, para a imprensa e torcedores, colocando em risco os envolvidos.
A recente postura do promotor Cássio Roberto Conserino levanta preocupações entre os diretores alvinegros, já que ele concedeu entrevistas nas quais parece ter exposto o nome do "Corinthians" de forma negativa, mostrando interesse em divulgar detalhes da investigação que deveriam ser mantidos em sigilo. Assim, a reunião de Pedro Soares com o promotor visa discutir esses pontos e evitar vazamentos que possam prejudicar a reputação do clube.
Na quarta-feira passada, Pedro Soares também teve uma reunião com Marcia Mayumi Okada Oshiro, juíza da 2ª Vara Especializada em Crimes Tributários, Organização Criminosa e Lavagem de Bens e Valores, para discutir a mesma questão. Segundo informações apuradas, essa reunião foi avaliada como muito positiva. Marcia é a juíza responsável pelo caso VaideBet, que envolveu Augusto Melo e outros ex-dirigentes do clube, acusados de crimes como furto qualificado e lavagem de dinheiro.
O Procedimento Investigatório Criminal (PIC) foi instaurado pelo Ministério Público em junho deste ano, com o objetivo inicial de investigar as gestões de Andrés Sanchez e Duilio Monteiro Alves. Após a coleta de depoimentos, a investigação foi ampliada para incluir o mandato de Augusto Melo, abrangendo uma série de possíveis crimes, como estelionato e associação criminosa. O caso veio à tona quando Andrés admitiu uso indevido do cartão corporativo para despesas pessoais, levando a um processo disciplinar por parte do clube, enquanto torcedores clamam por punições.
Além disso, o MP solicitou à Justiça o afastamento temporário de Andrés, Duilio e Augusto Melo dos Conselhos Deliberativo e de Orientação do Corinthians durante a investigação, mas até o momento não houve decisão do Poder Judiciário sobre o pedido.



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