5/2/2026 13:42

Acordo histórico!! Corinthians diminui divida em mais de meio bilhão mas coloca Parque São Jorge como garantia

O Corinthians fechou um acordo de transação tributária com a PGFN. Saiba os detalhes do desconto de R$ 500 milhões, o parcelamento do FGTS e a situação do déficit financeiro do clube em 2026.

Acordo histórico!! Corinthians diminui divida em mais de meio bilhão mas coloca Parque São Jorge como garantia
O Sport Club Corinthians Paulista deu um passo determinante para sua sobrevivência institucional. Em negociação com a PGFN, o clube conseguiu reduzir uma dívida tributária que se arrastava por 20 anos, obtendo um abatimento de 46,6% sobre o total de juros, multas e encargos. O movimento é visto como o "balão de oxigênio" necessário para que a gestão de Osmar Stabile consiga operar sem o risco constante de penhoras judiciais.


O Raio-X do Acordo: Prazos e Descontos
A engenharia financeira divide os débitos em três frentes principais, permitindo que o clube honre os pagamentos de acordo com sua capacidade de arrecadação:

Tributos Não Previdenciários (R$ 1 bilhão): Serão quitados de forma parcelada, com as condições da transação tributária vigente.

Previdência Social (R$ 200 milhões): Seguem prazos constitucionais mais rígidos (60 meses), mas contam com abatimento de 70% sobre encargos específicos.

FGTS (R$ 15 milhões): O clube garantiu uma redução de 30% e o parcelamento em até 60 vezes através da Caixa Econômica Federal.


As Garantias: Parque São Jorge e Timemania
Para convencer o Governo Federal da viabilidade do pagamento, o Corinthians colocou "as joias da coroa" na mesa. A sede social do Parque São Jorge, avaliada em R$ 602,2 milhões, foi empenhada como garantia real. Além disso, os repasses da Timemania — tradicional fonte de receita para o pagamento de dívidas fiscais — serão utilizados diretamente para abater as parcelas correntes.

O Contraste: Déficit Operacional ainda Assusta
Apesar da vitória no campo tributário, a gestão financeira do dia a dia ainda enfrenta maré baixa. O balanço dos primeiros sete meses de 2025 revelou um déficit de R$ 103 milhões, com o departamento de futebol registrando um saldo negativo de R$ 37,4 milhões.

"A regularização fiscal é o primeiro passo, mas o clube precisa estancar o déficit operacional para que a dívida bruta, que supera os R$ 2,7 bilhões, pare de crescer", destacam analistas financeiros.

Expectativas para o Futuro
A PGFN monitorará mensalmente a regularidade fiscal do Corinthians. O descumprimento do acordo ou o atraso em novos impostos pode acarretar na perda dos descontos e na retomada das execuções judiciais. Para 2026, a meta da diretoria é que a economia gerada pelos juros da dívida seja reinvestida na gestão do elenco e na manutenção da intensidade competitiva pedida por Dorival Júnior.

Palavras-chave: Corinthians, Dívida Tributária, PGFN, Parque São Jorge, FGTS, Gestão Financeira 2026, Osmar Stabile, Déficit Corinthians.


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