O Corinthians reencontra sua torcida na Neo Química Arena nesta quinta-feira (5), às 20h30, ainda sob o clima de festa pela conquista da Supercopa Rei sobre o Flamengo. No entanto, o foco agora volta-se para o Campeonato Paulista. Ocupando a sétima posição com oito pontos, o Alvinegro precisa da vitória para subir na tabela e garantir maior tranquilidade na busca pela classificação ao mata-mata.
A partida contra o Capivariano é vista como um "jogo de transição", onde a leitura de jogo da comissão técnica será testada para manter a competitividade enquanto preserva peças vitais.
Gestão de Elenco: De Olho no Palmeiras
Com o Derby contra o Palmeiras agendado para a próxima rodada, o técnico Dorival Júnior deve implementar um rodízio planejado. Jogadores com alta carga física ou pendurados podem dar lugar a nomes que buscam espaço, garantindo que a intensidade do time titular esteja no ápice para o clássico de domingo.
Provável Corinthians:
Carlos Miguel (Hugo); Matheuzinho, Félix Torres, Gustavo Henrique e Palacios; Raniele, Fausto Vera e Matheus Araújo; Romero, Wesley e Pedro Raul.
O Adversário: Pressão no Leão
O Capivariano, comandado por Élio Sizenando, chega a Itaquera ferido. Após a derrota em casa para o Primavera, a equipe caiu para a 11ª colocação (7 pontos) e saiu da zona de classificação. O técnico mantém dúvidas cruciais no setor criativo e ofensivo, com disputas entre Ravanelli e Cássio Gabriel, além da expectativa pela volta do atacante Rodolfo.
Ficha Técnica da Partida:
Horário: 20h30 (Brasília)
Local: Neo Química Arena, São Paulo.
Árbitra: Daiane Muniz
VAR: Douglas Marques das Flores
Estratégia e Organização Tática
Para o Corinthians, a chave do sucesso será manter a organização tática defensiva que foi destaque em Brasília, explorando as transições rápidas contra um adversário que deve vir fechado. Já o Capivariano precisará de uma postura cirúrgica, aproveitando eventuais falhas de entrosamento em um Timão possivelmente modificado.
Vencer nesta quinta significa não apenas os três pontos, mas a manutenção da moral elevada para encarar o maior rival com o "peito estufado" de campeão.
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