3/2/2026 09:21

Romário Analisa Novas Taxas no Futebol: "Transformação é o Caminho

Romário Analisa Novas Taxas no Futebol:

Na última segunda-feira, durante o evento de lançamento da Copa do Mundo de Lendas 2026, Romário abordou as recentes mudanças na legislação tributária do futebol brasileiro. A nova tributação introduz alíquotas distintas para clubes associativos e aqueles que adotaram o modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF), impactando significativamente a gestão financeira das instituições esportivas.



A partir de 2027, clubes associativos, como Flamengo, Fluminense, Palmeiras e Corinthians, enfrentarão uma carga tributária de 15,5% sobre a receita bruta. Em contrapartida, as SAFs usufruirão de uma alíquota reduzida de 6%, refletindo uma estratégia que visa a recuperação financeira de clubes que atravessam crises econômicas severas.



Romário enfatizou que a implementação do modelo SAF no Brasil visa a sustentabilidade de clubes que estavam à beira da falência, destacando que diversas propostas de mudança atualmente tramitam no Congresso. Para ele, essas alterações são essenciais para a modernização e melhoria do futebol nacional.



O ex-jogador reconheceu que essa disparidade tributária terá impactos diretos nos clubes associativos, mas considerou os resultados a longo prazo favoráveis para o país. A diferença, conforme Romário, pode gerar benefícios à coletividade, desde que as mudanças sejam administradas de forma justa e equilibrada.



Os clubes associativos já demonstraram seu descontentamento com a situação e se mobilizaram no Congresso, propondo emendas para igualar as alíquotas. Contudo, uma proposta que sugeria uma alíquota de 4% para as SAFs foi vetada pelo presidente da República, complicando ainda mais o cenário para os clubes com gestão associativa.



Em um movimento paralelo, o Flamengo lançou a campanha "Amigo do Esporte", com o objetivo de sensibilizar o Congresso para a derrubada do veto que afeta sua estrutura tributária. A iniciativa busca ressaltar a importância da função social dos clubes associativos, algo que pode ser comprometido pela equiparação a entidades lucrativas.



A situação atual exige que os clubes associativos reavaliem suas estratégias financeiras e operacionais dentro desse novo contexto tributário. A gestão adequada dos recursos e a adaptação às novas regras serão cruciais para a sobrevivência e a competitividade dessas instituições no cenário esportivo brasileiro.



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