Um movimento que visa democratizar o estatuto do Corinthians surgiu a partir da iniciativa de torcedores. O "Coletivo Voz Corinthiana" é uma proposta popular que busca garantir a participação da torcida nas reformas estruturais do clube. O coletivo se originou de interações em redes sociais, buscando um papel ativo na discussão referente à reforma do estatuto, que está atualmente sob análise do Conselho Deliberativo e deverá ser votada até dezembro deste ano, conforme informou o presidente do órgão, Romeu Tuma Jr.
Os torcedores Philippe Rocha e Fábio Prudente, ao debater melhorias para a política interna do Corinthians, perceberam a necessidade de estudar profundamente o estatuto do clube. Philippe compartilhou que a ideia para o coletivo começou com uma conversa sobre o aumento da participação do Fiel Torcedor, evidenciando uma vontade de dar mais voz aos torcedores nas decisões do clube. O grupo, atualmente composto por 18 membros, nasceu com o objetivo de representar a torcida e propor um Corinthians mais democrático.
A diversidade dentro do coletivo é um dos seus pontos fortes, reunindo torcedores comuns, sócios e não sócios, com formações variadas que incluem áreas como marketing, administração, direito e até geografia. Eles têm se mobilizado para discutir e estruturar propostas que priorizam a democracia e a profissionalização no clube. O movimento também surgiu como resposta à crítica de que o Corinthians não pertence apenas aos torcedores, mas sim aos associados.
O Coletivo Voz Corinthiana está focado em dois pilares: democracia e profissionalização. As propostas elaboradas em torno desses princípios visam retornar à história do clube, resgatando elementos democráticos e, ao mesmo tempo, traçando um futuro mais profissional. O grupo criou um formulário online no qual torcedores puderam enviar suas ideias, garantindo que as propostas desenhadas fossem viáveis, legais e em conformidade com a legislação vigente.
Entre as principais propostas estão a reestruturação do organograma da diretoria, eliminando o cargo de vice-presidente e introduzindo um CEO profissional na gestão do clube. Além disso, foi sugerido um programa exclusivo para sócios visando a participação política, com a redução do tempo de carência para o exercício do voto. Outra proposta importante envolve a realocação do Conselho de Vitalícios para um papel consultivo, diminuindo seu poder deliberativo.
Os integrantes do coletivo também abordaram a urgência de aumentar a quantidade de votantes dentro do clube. A proposta inclui a diminuição do período de carência para o exercício do voto, permitindo uma participação mais ativa e informada da torcida nas próximas eleições. Esta medida é considerada essencial para garantir que os torcedores tenham um papel decisivo na gestão do Corinthians.
Enquanto discutem essas questões, o coletivo encontrou resistência em certos pontos, como a questão dos conselheiros vitalícios. Reconhecendo o peso político que essas figuras exercem, optaram por não simplesmente extingui-los, mas por reformular seu papel, criando um novo órgão onde possam contribuir sem ter poder de voto, permitindo que suas experiências sejam utilizadas em benefício do clube.



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