A Neo Química Arena foi palco de uma noite de redenção para um dos talentos mais promissores do atual elenco alvinegro. Na vitória por 3 a 0 sobre o Capivariano, o atacante Gui Negão finalmente encerrou uma seca que já durava 15 partidas. O jovem, que não marcava desde o duelo contra o Internacional em outubro, aproveitou a oportunidade para mostrar que a intensidade e o faro de gol continuam intactos.
A Luta Contra a Seca: Confiança e Suporte
O período de quatro meses sem marcar foi o maior desafio da curta carreira profissional de Gui Negão. Durante os 128 dias de jejum, o atleta de 18 anos contou com um trabalho especial de psicologia esportiva e suporte da comissão técnica para não deixar a ansiedade atrapalhar sua leitura de jogo.
O Gol da Redenção: Um chute seco após boa jogada coletiva, lembrando o instinto finalizador que o destacou nas categorias de base.
Apoio Interno: Após o apito final, o atacante fez questão de agradecer à família e ao técnico, destacando que "o trabalho silencioso nos treinos" foi o diferencial para este retorno.
Gestão de Elenco: A "Fila" da Base
O técnico corinthiano tem sido um defensor ferrenho da maturação gradual. Para a comissão técnica, oscilações como a de Gui Negão são naturais e esperadas.
Rodízio Estratégico: A ideia é intercalar minutos entre nomes como Gui Negão, Breno Bidon e Léo Mana, garantindo que a pressão por resultados não queime etapas do desenvolvimento físico e tático.
Curva de Aprendizado: O Corinthians entende que o amadurecimento completo desses atletas deve ocorrer até o final de 2026, preparando-os para serem protagonistas em competições continentais.
Projeção na Tabela
A vitória convincente coloca o Timão em uma posição confortável para buscar a classificação antecipada no Paulistão. Mais do que os pontos, o desempenho coletivo e a recuperação da confiança de seus atacantes dão a Dorival Júnior a tranquilidade necessária para focar na organização tática visando o Derby e os confrontos de mata-mata.
Com Gui Negão novamente confiante, o Corinthians ganha uma alternativa de velocidade e explosão para o setor ofensivo, algo vital em um calendário que exige fôlego e variação de repertório.
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