Os idealizadores da SAFiel fizeram uma apresentação, na última terça-feira (28), no Museu do Futebol, onde discutiram a proposta de transformar o Corinthians em uma Sociedade Anônima do Futebol (SAF). O evento contou com a participação de Carlos Teixeira, Maurício Chamati, Eduardo Salusse e Lucas Brasil, que apresentaram detalhes do projeto e defenderam um modelo de gestão que inclui a participação ativa dos torcedores na administração do clube.
A proposta para a SAF sugere a criação de um novo CNPJ, distinguindo entre a gestão do clube e a nova entidade, com os torcedores assumindo o papel de acionistas. No entanto, essa ideia entra em desacordo com o texto da reforma do estatuto do Corinthians, que foi apresentado por Romeu Tuma Jr. no dia anterior, e que estabelece que 51% do capital social da SAF deve permanecer sob o controle do clube. Durante a apresentação, Carlos Teixeira destacou que essa exigência pode desencorajar potenciais acionistas, pois a manutenção do controle pelo clube associativo pode gerar desconfiança no mercado.
Teixeira argumentou que “se o clube associativo optar por manter a maioria das ações, isso enviará um sinal ao mercado de que deseja permanecer no comando”. Segundo ele, essa situação pode afastar investidores, especialmente aqueles que buscam segurança e estabilidade. O executivo lamentou que o clube associativo é, em grande parte, responsável pela situação atual, afirmando que a falta de mudança na estrutura de controle torna difícil a entrada de recursos significativos e confiáveis.
Além de Teixeira, Eduardo Salusse também criticou a estrutura do estatuto do Corinthians, embora tenha minimizado os obstáculos para a implementação da SAFiel. Ele enfatizou que a participação e o apoio dos torcedores são fundamentais para o sucesso da proposta. Salusse mencionou que “o estatuto do Corinthians é antigo, problemático e cheio de ambiguidades, permitindo diversas interpretações”. Ele acredita que, se houver vontade, as limitações estatutárias podem ser superadas, citando como exemplo o Cruzeiro, que alterou suas restrições estatutárias durante a mesma assembleia em que foi aprovada a SAF.
A transformação do clube e a cisão do departamento de futebol para a constituição da SAF requerem a aprovação em assembleia geral, que deve ser convocada especificamente para este fim. A proposta precisa do voto favorável de, no mínimo, dois terços dos associados com direito a voto, após a aprovação prévia do Conselho de Orientação (Cori) e do Conselho Deliberativo (CD). Importante destacar que é vedada a aquisição do controle majoritário da SAF por investidores externos, garantindo que a gestão e a responsabilidade institucional permaneçam nas mãos dos associados, preservando assim a identidade, a tradição e a história do Sport Club Corinthians Paulista.



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