Fagner, do Corinthians, no jogo contra o América-RN, na Copa do Brasil Imagem: Ettore Chiereguini/Agif A Polícia Civil de São Paulo abriu, nesta semana, investigação sobre o uso de um laranja nos pagamentos de intermediários do patrocínio da Vai de Bet ao Corinthians . O que aconteceu Nessa fase preliminar, já vamos fazer investigações. Vamos procurar saber quem são os sócios da Neoway, vamos diligenciar na sede dessa empresa. Queremos saber quem efetivamente intermediou o contrato. Queremos ouvir o Cassundé. Vamos entrar em contato com a Edna. Delegado Tiago Fernando Correia Correia teve conhecimento da denúncia pela coluna de Juca Kfouri no UOL e, na segunda-feira, abriu uma "Investigação Premiminar Sumária" . Nessa etapa, a polícia colhe as informações mínimas para a abertura de inquérito — a criação do inquérito não é obrigatória após essa investigação preliminar, mas as chances são altas. O Departamento de Polícia de Proteção a Cidadania (DPPC) assumiu o caso, junto com a terceira delegacia . A informação foi publicada inicialmente pela ESPN e confirmada pelo UOL . Neoway Soluções é a empresa que recebeu um repasse da empresa que fez oficialmente a intermediação, chamada Rede Social. Edna Oliveira dos Santos, que é oficialmente a dona da Neoway, recebe o Bolsa Família e mora em uma comunidade pobre no litoral de São Paulo — ela seria a laranja do caso. Alex Cassundé é o dono da Rede Social, empresa que consta como intermediária do contrato entre Corinthians e Vai de Bet. Repasses para empresa de laranja O Corinthians fechou, em janeiro, um acordo de três anos de patrocínio com a Vai de Bet no valor de R$ 360 milhões. Pela intermediação, o clube vai pagar 7% à empresa Rede Social. Os pagamentos são divididos em parcelas mensais. Relacionadas Especulado em Corinthians e SPFC, Lamela se despede do Sevilla Preocupação com Carlos Miguel faz Corinthians buscar novo goleiro Corinthians: clube alemão sinaliza com mais de R$ 113 milhões por Wesley Na semana passada, a coluna de Juca Kfouri mostrou que, após os dois primeiros pagamentos, de R$ 1,4 milhão, a Rede Social enviou R$ 1,06 milhão, em duas transferências, para uma terceira empresa. Essa terceria empresa, chamada Neoway Soluções, tem como sócia Edna Oliveira dos Santos, moradora de uma casa sem eletricidade no Jardim Caraminguava, em Peruíbe, São Paulo. Ela vive de Auxílio Brasil , e desconhece Alex Cassundé, o dono da Rede Social Media Design. No endereço indicado como o de Edna na Junta Comercial, o zelador do edifício informou que não existe a unidade indicada e que o nome da mulher não constava na lista dos moradores. O endereço indicado como o da Neoway é de um coworking na Avenida Paulista. O Corinthians disse que "todas as negociações, incluindo patrocínios, se deram de forma legal com empresas regularmente constituídas" e que "não guarda responsabilidade sobre eventuais repasses de valores a terceiros." O clube afirmou ainda que, "caso sejam apresentadas quaisquer provas de ilícitos, estes serão discutidos junto ao Conselho Deliberativo para providências que se fizerem necessárias.'



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