O Corinthians vendeu o atacante Pedro, de 17 anos, ao Zenit, da Rússia. A coluna apurou os motivos que fez o Timão vender o atleta com "desconto" com clube russo. O principal motivo foi o pagamento à vista, já que o Zenit fez duas propostas ao Timão: 12 milhões de euros [R$ 46 milhões] de forma parcelada ou 9 milhões de euros [R$ 62 milhões] no ato por 50% dos direitos econômicos do jogador.
A diretoria optou pelo pagamento à vista e vendeu Pedro pelos 9 milhões de euros. O Timão fica com 30% dos direitos econômicos do atleta, que é detentor dos 20% restantes.
No entanto, o Corinthians também se desfez de sua revelação por conta de incertezas em relação ao futuro do jogador. De maior revelação da história do clube, como foi chamado por muito tempo internamente, o atleta já chegou a ser comparado nas últimas semanas com Lulinha, que nunca vingou no Timão após impressionar nas categorias de base.
O fato de Pedro nunca ter marcado um gol no profissional e não agradar ao técnico Vanderlei Luxemburgo também "pesaram" para que o Corinthians vendesse mais barato.
Pedro não convenceu Luxemburgo nos jogos e sequer nos treinamentos. O treinador ficou mais encantado com Biro, parceiro de seleções de base de Pedro, porém menos badalado.
O clube paulista sempre projetou Pedro como a maior venda da história do clube. O homônimo Pedrinho, no entanto, segue com o "posto": hoje no Atlético-MG, ele foi negociado com o Benfica por 18 milhões de euros em 2020.
O "Pedro atual" renovou contrato nesta temporada com multa rescisória de 120 milhões de euros (R$ 623 milhões). A coluna revelou, na época, até o salário de Pedro, que passou a ganhar R$ 120 mil mensais. Antes, ele recebia R$ 25 mil.
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