Carlo Ancelotti precisou realizar um corte na lista da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026 após a lesão de Wesley. O treinador optou por convocar Éderson, da Atalanta, que já vinha sendo destaque no mercado da bola.
O volante está próximo de se transferir para o Manchester United, em acordo avaliado em cerca de 47 milhões de euros (aproximadamente R$ 280 milhões). Com a saída praticamente certa após o Mundial, o clube italiano já busca alternativas para o setor.
Entre os nomes avaliados, Breno Bidon, do Corinthians, aparece como opção. A diretoria alvinegra já sinalizou abertura para negociações, mas não pretende liberar o jovem por valores baixos, já que ele é considerado peça fundamental do elenco.
A situação ganha força pelo fato de Breno ter conquistado dupla cidadania italiana em março do ano passado, o que facilita uma eventual transferência para o futebol europeu. Aos 21 anos, o camisa 7 tem contrato até dezembro de 2029 e multa rescisória de 100 milhões de euros (R$ 590 milhões), embora os valores de uma saída sejam bem menores.
Até o momento, conforme publicado pela ESPN, nenhuma proposta oficial chegou ao presidente Osmar Stabile. No entanto, diante da crise financeira do Corinthians, a venda de Bidon é vista como uma possibilidade concreta para equilibrar as contas.
Assim, o futuro do volante pode ser definido logo após a Copa do Mundo, com o Corinthians avaliando o cenário e a Atalanta buscando reposição para a saída de Éderson.
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