E o Corinthians passou. Está nas quartas da Copa do Brasil, depois de devolver o 2 x 0 para o Galo e ganhar nos pênaltis.
É o terceiro jogo seguido sem sofrer gols. Antes, levou um do Flamengo nos acréscimos.
O time está forte na defesa. E, contra o Galo foi de 3-5-2, liberando Fagner e Bidu. Jogou bem melhor e poderia ter vencido por três ou quatro. Como disse meu amigo Moacyr, se fosse Finazzi em campo no lugar de Yuri Alberto não teria chegado aos pênaltis. Resolveria antes.
O trabalho de Luxemburgo começou a aparecer antes do prazo de dez jogos que ele pediu. Mas não é por isso que ele merece respeito. O treinador merece respeito pelo seu passado.
E o ser humano simplesmente por ser isso, um ser humano. Ninguém merece a etiqueta de fracassado colocada na testa. Ninguém merece um adjetivo de ultrapassado ligado ao seu nome, como se um sobrenome fosse.
O etarismo é uma praga moderna. Jovens viciados em estrangeirismos colocam na conta de Coudet e outros, méritos que ficariam muito melhor em Luxemburgo e outros mais velhos.
O Corinthians está vivo na Copa do Brasil e na UTI da Libertadores.
E é bom não duvidar do Professor Luxa.
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