5/5/2023 06:06

Carlos Alberto responde quantas vezes brigou com Tévez no Corinthians e comenta relação: 'Não tínhamos os mesmos gostos'

Ex-meia é o convidado desta semana no Resenha ESPN

Carlos Alberto responde quantas vezes brigou com Tévez no Corinthians e comenta relação: 'Não tínhamos os mesmos gostos'

Carlos Alberto e Tévez formaram uma parceria campeã no Corinthians, mas nem sempre o entrosamento dentro de campo se repetiu fora dos gramados. Quem garante é o próprio brasileiro, hoje aposentado e convidado do Resenha ESPN desta semana.

No programa, que vai ao ar nesta sexta-feira (5), com transmissão pela ESPN no Star+, o ex-meia relembrou quando atuou com o craque argentino entre 2005 e 2006. Juntos, eles foram campeões brasileiros na primeira temporada, mas falharam no objetivo de ganhar, até então, o primeiro título do Timão na CONMEBOL Libertadores.

"Era um cara... vou falar a verdade: a gente não tinha uma boa comunicação. Não tínhamos os mesmos gostos, mas a gente se respeitava muito dentro do campo", afirmou Carlos Alberto, que também admitiu que certa vez trocou socos com o argentino.

"Uma vez só, mas saí na mão com outros também", disse o ex-meia, para depois elogiar o ex-companheiro. "Mas é um cara que se me perguntar assim: quer jogar com ele hoje? Quero. Não queria para frequentar a minha casa, casar com a minha filha – ainda bem que eu não tenho filha. Queria ele para jogar. Jogando era brabo".

Tévez deixou o Corinthians em 2006, quando Carlos Alberto ainda atuava pelo clube, e no meio da campanha ruim no Campeonato Brasileiro. O ex-meia lembra que chegou a falar com Emerson Leão, técnico daquela equipe, sobre a necessidade de contratar um atacante de qualidade. E aí chegou Amoroso.

"O treinador era o Leão. Nessa época eu me dava bem com ele, ainda. Porque o Leão é assim, primeiro você briga com ele, depois vira amigo. Ele chegou para mim: 'Rabugento, o que foi?'. Eu comecei a falar, 'precisamos de um atacante, mas tem que chegar um de verdade, porque os daqui são de mentira'. Carlitos tinha vazado, Nilmar... só tinham os genéricos. Aí, chegou o Amoroso. E o Amoroso, além de ter a qualidade de fazer gol, ele fazia o facão, saía".

Não à toa, Tévez e Amoroso são apontados por Carlos Alberto como dois dos três melhores atacantes com quem jogou junto. O outro também estava no Resenha: Luis Fabiano, seu colega nos tempos de Porto.

"Primeiro gol dele (Luis Fabiano) no Porto eu tive a felicidade de fazer a jogada. Os portugueses meio desconfiados, e eu falava: 'Rapaz, você não tem noção do que esse cara fazia no Brasil, no São Paulo'. E ele estava precisando desse gol. Nesse dia, eu peguei, entupi o cara, tapa na cara e deixei só para ele bater. Meteu na gaveta. Aí começou a fazer gol", contou.



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