Foto: Daniel Augusto Jr/ Ag. Corinthians
Tite entrou para o quadro dos grandes treinadores do futebol brasileiro em 2012 após levar o Corinthians aos títulos da Copa Libertadores da América – inédito para o Timão – de forma invicta e do Mundial de Clubes da FIFA contra o poderoso Chelsea (ING). Mas essa história começou de forma muito diferente, dois anos antes, que poderia ter terminado de maneira precoce.
Depois de retornar ao Corinthians em 2010, Tite comandou a equipe alvinegra na Libertadores de 2011. Na fase preliminar da competição continental, o Timão sofreu um duro baque com a eliminação para o Tolima (COL). O que poderia ter sido o fim de uma trajetória virou o início de uma grande volta por cima.
Ainda em 2011, o Corinthians foi campeão brasileiro – o primeiro título de Tite no Alvinegro –, o que credenciou o clube do Parque São Jorge ao retorno à Libertadores em 2012. A oportunidade que o técnico tinha para transformar uma tristeza do passado em alegria eterna.
Durante a campanha da Libertadores, parecia que Tite estava com a equipe dentro das quatro linhas. Com os trejeitos que lhe são peculiares, o técnico tentava chutar, cabecear, jogar junto com os atletas. Quando o gol saía, as comemorações eram explosivas. Foi assim na estreia, no dia 15 de fevereiro de 2012, quando Ralf empatou o jogo diante do Deportivo Táchira (VEN) na Venezuela no último minuto.
Nas quartas de final, então, Tite deixou de ser um “jogador” para ser um “torcedor”. Expulso contra o Vasco no jogo de volta no Pacaembu, o treinador foi para as numeradas, no meio da Fiel. De lá, ao lado de Edu Gaspar, então gerente de futebol do Corinthians, vibrou com o gol de Paulinho aos 42 minutos do segundo tempo que garantiu a classificação para as semifinais.
Como treinador, Tite formou uma equipe muito coesa e operária. Teve difíceis momentos de decisão, recompensados mais à frente. Como antes das oitavas de final. Preocupado com o rendimento de Júlio César, contestado após falhas na eliminação para a Ponte Preta nas quartas de final do Paulistão, decidiu mudar o goleiro titular. Com isso, deu início à história vitoriosa de Cássio na meta alvinegra, que fechou o gol dali em diante.
Na final, com o Corinthians perdendo para o Boca Juniors (ARG) por 1 a 0 no jogo de ida em La Bombonera, na Argentina, Tite quis tentar mudar o jogo promovendo a entrada de um atacante recém-chegado ao clube. Com essa escolha, Romarinho entrou em campo e fez o gol do empate no primeiro toque na bola, resultado que foi muito importante para o Timão ter tranquilidade para decidir o título em casa.
No dia 4 de julho de 2012, Tite pôde, enfim, sepultar o fracasso de 2011. Aquele momento triste virou combustível para o sucesso. O Corinthians venceu o Boca Juniors (ARG) por 2 a 0 no Pacaembu, se sagrou campeão da Libertadores pela primeira vez e colocou o técnico definitivamente na galeria das lendas do clube do Parque São Jorge.
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