O Corinthians enviou um recado claro aos clubes europeus: a competitividade esportiva não será sacrificada por qualquer valor neste momento. Sob o comando de Dorival Júnior, Matheuzinho transformou-se em uma peça de organização tática vital, sendo protagonista nas conquistas da Copa do Brasil 2025 e da Supercopa Rei 2026. A diretoria entende que perder o titular agora comprometeria o desempenho nas fases decisivas que precedem o Mundial.
Números e Valorização
Desde que deixou o Flamengo em 2024 por 4 milhões de euros, o lateral viu sua importância crescer exponencialmente:
Presença: 118 jogos oficiais com o manto alvinegro.
Ofensividade: 5 gols marcados e 8 assistências, números altos para a posição.
Estratégia: Recusar as propostas agora visa uma valorização ainda maior após a parada para a Copa, permitindo uma gestão financeira que otimize o lucro em uma venda futura.
Concorrência e Sombra: A Chegada de Pedro Millans
Mesmo decidindo segurar seu titular, o Timão agiu no mercado de forma preventiva. A contratação de Pedro Millans, ex-Peñarol, é vista como um movimento mestre de gestão de elenco:
Adaptação: Millans terá tempo para entender a intensidade do futebol brasileiro enquanto Matheuzinho ainda é o dono da posição.
Competição Saudável: Dorival Júnior ganha duas opções de estilos diferentes, permitindo alternar a estratégia conforme a leitura de jogo necessária para cada adversário.
Perspectivas Pós-Copa
A diretoria corinthiana mantém o radar ligado. O compromisso com o jogador é de reavaliar todas as ofertas no segundo semestre. Até lá, Matheuzinho segue como um dos pilares da busca pelo título do Brasileirão e da Libertadores. A manutenção do elenco em um momento crítico da temporada é a aposta do clube para garantir que a vitrine de troféus continue crescendo antes de qualquer grande movimentação no caixa.
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