O Corinthians enfrenta um cenário desafiador em sua caminhada na temporada, com o técnico Dorival Júnior lidando com a ausência de jogadores-chave. Após a recente vitória por 2 a 0 sobre o Red Bull Bragantino, a equipe não poderá contar com Breno Bidon e André, ambos fundamentais para a composição do meio-campo.
Breno sofre de um estiramento no músculo posterior da coxa direita, enquanto André se recupera de uma lesão ligamentar no tornozelo esquerdo. O treinador revelou que a expectativa é que ambos retornem em um prazo que pode variar de uma semana a dez dias, enfatizando a importância de um elenco robusto diante das demandas do calendário.
Além das baixas de Bidon e André, a situação de Charles também gerou preocupação, já que ele não participou dos treinos na véspera da partida. A necessidade de reforços para garantir a competitividade da equipe no campeonato foi um ponto destacado por Dorival, em face das limitações no plantel.
Outra preocupação surge com a lesão do lateral-esquerdo Hugo, que precisará passar por cirurgia após afetar o menisco lateral do joelho direito durante um jogo. Este tipo de lesão geralmente requer um tempo de recuperação prolongado, estimado entre sete e nove meses, o que agrava ainda mais as dificuldades da comissão técnica.
Atualmente, o Corinthians conta com diversos jogadores afastados devido a lesões, afetando a gestão do elenco e a preparação para os próximos desafios. O clube depende de uma vitória no próximo confronto contra o São Bernardo, marcado para o dia 15 de fevereiro, para avançar na competitiva tabela do torneio regional.
Este jogo é crucial, pois o Corinthians, após a derrota para o Palmeiras, não garantiu a sua classificação antecipada. Uma vitória simples é necessária, enquanto um resultado negativo exigirá uma combinação favorável de resultados em outras partidas para assegurar a passagem à próxima fase.
Os próximos compromissos do Corinthians incluem importantes jogos no Campeonato Brasileiro, onde a equipe enfrentará adversários como Athletico-PR e Cruzeiro, além do desafio contínuo de adaptar a formação e manter a intensidade em cada partida. A sequência de jogos exigirá uma análise constante do desempenho e uma leitura de jogo ágil por parte da comissão técnica.
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