No Corinthians, a situação do meia Rodrigo Garro se traduz em um momento de queda de desempenho. Após ter sido titular, ele perdeu a posição para Matheus Pereira no clássico contra o Palmeiras, onde seu desempenho não foi satisfatório, culminando em um erro decisivo que resultou na derrota do time no Dérbi, realizado em Itaquera.
A decisão de deixá-lo no banco foi tomada sob uma ótica puramente técnica. Embora Garro tenha enfrentado desafios físicos no início do ano devido a uma cirurgia no punho esquerdo, sua condição geral não é considerada uma preocupação, uma vez que ele já retornou à rotina de treinos sem limitações.
No ambiente do CT Joaquim Grava, a oscilação do jogador é explicada como algo comum em uma temporada competitiva. Apesar de algumas críticas internas pela falha no jogo contra o rival, Garro continua contando com o apoio de seus colegas, comissão técnica e direção, que reconhecem seu comprometimento e ética profissional.
Além disso, o perfil competitivo de Garro e suas atuações positivas no segundo semestre de 2024 aumentam a expectativa do clube quanto a uma possível recuperação em sua forma técnica. Jogos anteriores, incluindo confrontos contra Bahia e Capivariano, foram momentos em que o atleta recebeu elogios por sua participação, reforçando sua capacidade de contribuição.
Entretanto, o técnico Dorival Júnior tem avaliando que a performance de outros atletas na mesma posição, como Breno Bidon e André, se encontra em melhor nível no momento. Essa escolha por escalar garotos e reforços frescos indica uma estratégia de gestão de elenco, buscando maior intensidade e frescor tático nas partidas.
Com o calendário competitivo a se intensificar, o Corinthians se prepara para enfrentar o Red Bull Bragantino na próxima rodada do Campeonato Brasileiro, marcada para esta quinta-feira às 20h, na Neo Química Arena. A expectativa é que o time possa reencontrar um padrão de jogo sólido e melhorar sua posição na tabela.
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