Os idealizadores do projeto SAFiel apresentaram uma nova proposta à diretoria do Corinthians, prometendo quitar a dívida de aproximadamente R$ 550 milhões com a Caixa Econômica Federal em até seis meses, além de saldar um débito de cerca de R$ 35 milhões com o Santos Laguna, que resultou em uma proibição de transferências. Essa proposta visa garantir a continuidade das atividades do clube e foi formalizada por e-mail ao presidente Osmar Stabile e a outros líderes do clube.
A proposta da SAFiel inclui um aporte financeiro que funcionaria como um adiantamento, com a conversão em ações, caso a SAF seja aprovada. Se o projeto não avançar, o Corinthians precisará devolver o valor recebido. O memorando de entendimentos também oferece a oportunidade para a SAFiel iniciar a busca por investidores e implementar uma auditoria interna para avaliar a situação financeira do clube.
É importante ressaltar que, embora a assinatura do memorando seja um passo significativo, ela não garante a aprovação imediata da SAF. Para que o projeto avance, é imprescindível uma alteração no estatuto do clube, que deve ser aprovada por conselheiros e sócios. Após a assinatura do memorando, a quitação da dívida com o Santos Laguna seria imediata, enquanto a aprovação da SAFiel e a auditoria ainda são condições para o pagamento à Caixa Econômica Federal.
O projeto proposto pela SAFiel visa transformar o Corinthians em uma Sociedade Anônima do Futebol (SAF), promovendo uma gestão mais profissional e empresarial, separando a gestão do futebol das atividades sociais do clube. A iniciativa prevê que a nova empresa, Invasão Fiel S/A, detenha toda a parte futebolística do Corinthians, abrangendo as categorias masculina, feminina e de base.
As ações da empresa seriam disponibilizadas para compra no mercado, com duas classes: uma destinada a torcedores que são sócios ou membros do programa Fiel Torcedor, garantindo a eles direito a voto, e outra para investidores institucionais, sem direito a voto. O intuito é tornar as ações acessíveis a torcedores de diferentes faixas de renda, limitando a votação a 1,8% do capital social, a fim de evitar a concentração de poder nas mãos de poucos investidores.
A SAFiel estima que será possível captar entre R$ 1,6 bilhão e R$ 2,5 bilhões, que serão utilizados para reestruturar as dívidas do clube, modernizar o centro de treinamento, investir na base e melhorar a infraestrutura e governança. Atualmente, a dívida total do Corinthians está em torno de R$ 2,7 bilhões, e a transformação em SAF permitiria que o clube se livrasse de dívidas, recebendo royalties mensais da nova estrutura e se dedicando mais às suas atividades esportivas e sociais.
A gestão da SAF do Corinthians, conforme a proposta da SAFiel, incluiria um Comitê de Governança e conselhos administrativo, fiscal e cultural, contando com gestores independentes e representantes escolhidos por torcedores. A administração seria realizada por executivos profissionais, contratados com base em suas competências e na realização de metas estabelecidas.



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