Por que tudo aconteceu? Um dos assuntos mais polêmicos que ocorreram nos últimos tempos envolvendo o Corinthians foi a rescisão de contrato com Matías Rojas, que chegou trazendo muita expectativa, mas decepcionou dentro dos gramados. © Leonardo Lima/AGIF Rojas saiu do Corinthians e está no Inter Miami. Na coluna do Perrone, pelo portal UOL, foi confirmado que, em depoimento à Polícia Civil, Rozallah Santoro, o ex-diretor financeiro do Timão, confirmou o motivo do não pagamento ao paraguaio: para quitar impostos. Essa revelação, inclusive, foi feita durante manifestação em inquérito sobre o caso Vai de Bet. Por conta do atraso, o ex-camisa 10 optou por sair e cobrar todos os valores que teria para receber até o fim de seu vínculo, em 2027. Em decorrência da solicitação feita pelo canhoto, a Fifa, no mês passado, condenou os paulista ao pagamento de R$ 40,4 milhões, mas essa decisão será recorrida, já que pode trazer sérios problemas aos cofres.
Detalhes do documento comprovam: Ainda conforme publicou a fonte acima citada, veja o trecho de documento que relata declarações de Rozallah à polícia e ao Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público de São Paulo): “Esse problema [suposta ingerência de Marcelinho] foi acentuado em fevereiro, março, quando era necessário pagar Matías Rojas, António Oliveira e não havia recursos suficientes em caixa. Naquele dia o pagamento mais expressivo era o pagamento de impostos, que foi efetivamente pago “. Importante destacar que não fica claro quais as posições tomadas por Marcelinho e Rozallah diante desse impasse citado, mas o UOL, com Perroni, apurou que o diretor administrativo do Corinthians defendeu que fosse feito o pagamento ao estrangeiro. Presidente do Corinthians negou: “Nunca houve qualquer cópia de lista de pagamento que a diretoria tenha recebido. O departamento financeiro sempre teve autonomia para analisar as prioridades de pagamento”, disse o presidente, segundo a fonte citada. Naquele momento, de acordo com Rozallah, as prioridades eram: acordos judiciais, impostos parcelados, folha de pagamento de funcionários (incluindo atletas da base), plano de saúde, vale alimentação, folha de pagamento de prestadores de serviço, salários e direitos de imagem do elenco profissional.
importante destacar que não fica claro quais as posições tomadas por Marcelinho e Rozallah diante desse impasse citado, mas o UOL, com Perroni, apurou que o diretor administrativo do Corinthians defendeu que fosse feito o pagamento ao estrangeiro. Presidente do Corinthians negou: “Nunca houve qualquer cópia de lista de pagamento que a diretoria tenha recebido. O departamento financeiro sempre teve autonomia para analisar as prioridades de pagamento”, disse o presidente, segundo a fonta citada. Naquele momento, de acordo com Rozallah, as prioridades eram: acordos judiciais, impostos parcelados, folha de pagamento de funcionários (incluindo atletas da base), plano de saúde, vale alimentação, folha de pagamento de prestadores de serviço, salários e direitos de imagem do elenco profissional.



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