O ex-técnico do Corinthians, Vitor Pereira, entrou com uma ação trabalhista contra o clube, cobrando o valor de R$ 7.578.365,30, referente a FGTS, título de férias, 13º salário, entre outras coisas. Ele alega que o salário estabelecido em contrato não foi integralmente pago, e que a diretoria reconheceu uma dívida de apenas parte do valor.
Imagem: MAYCON SOLDAN/O FOTOGRÁFICO/ESTADÃO CONTEÚDO No processo, consta que o salário de Pereira no Corinthians era de R$ 2 milhões mensais, mas o treinador alega que a remuneração mínima deveria corresponder a um valor líquido de 2.848.000,00 euros. Ele comunicou ao clube que espera o pagamento da diferença entre o que foi pago e o que foi estabelecido como valor mínimo no contrato.
A defesa de Vitor Pereira alega que o FGTS é calculado tendo como base a remuneração bruta, sem estar inserido o valor do salário mensal do empregado, e que o clube fez um depósito considerado bem inferior ao que é pedido. O caso foi levado ao Tribunal da Fifa, porém a cláusula arbitral não alcança a suposta inadimplência do Corinthians no cumprimento da legislação brasileira.
Os advogados de Pereira argumentam que o FGTS, férias proporcionais, 13º salário proporcional, multas previstas na CLT e pagamento de honorários de sucumbência também estão em jogo, e que o valor a receber é muito superior ao que foi depositado pelo clube.



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