A Neo Química Arena, casa do Corinthians, enfrenta críticas em relação ao estado do gramado, que apresentou irregularidades significativas após a reforma realizada durante a pausa para a Copa do Mundo. Problemas como a presença excessiva de areia na superfície e falta de compactação têm gerado preocupação entre jogadores e comissão técnica, especialmente com o risco aumentado de lesões durante as partidas.
O técnico Fernando Diniz expressou sua insatisfação ao relatar que atletas, ao final do confronto contra o Athletico-PR, saíram com lesões nos joelhos, uma evidência clara da inadequação do campo. Em resposta às queixas, a administração do estádio reconheceu as falhas no desempenho do gramado e convocou a empresa responsável pela manutenção desde sua inauguração, em 2014.
Márcio de Luna, gerente de operações da Neo Química Arena, informou que novos procedimentos estão sendo planejados para restaurar a consistência do campo antes do próximo duelo do Corinthians. A troca do gramado, que custou aproximadamente R$ 800 mil, foi realizada durante o inverno, um momento que, segundo a gestão, deveria ter garantido um desempenho satisfatório, mas que não atendeu às expectativas.
A avaliação interna realizada após as reclamações revelou que o solo ainda não passava pelo processo de descompactação e perfuração, obstáculo fundamental para garantir a estabilidade do piso. A administração do estádio se reuniu com autoridades do Corinthians para discutir o retorno técnico sobre as condições do gramado e tomar as medidas necessárias para solucionar os problemas identificados.
A Neo Química Arena, reconhecida por ter um dos melhores gramados do futebol brasileiro, agora se vê na posição de corrigir falhas que poderiam comprometer não apenas a qualidade do jogo, mas também a integridade física dos atletas. A administração tem a missão de agir rapidamente para restabelecer o padrão de excelência que caracterizou o estádio em temporadas anteriores.
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