Edílson Capetinha, ex-jogador renomado e ídolo do Corinthians, é um dos participantes da 26ª edição do Big Brother Brasil, onde entrou no grupo chamado "camarote", formado exclusivamente por celebridades. No segundo dia de confinamento, durante um momento em que os participantes se apresentavam e compartilhavam suas histórias, Edílson teve uma interação divertida com um dos outros brothers.
Enquanto contava sobre sua experiência no Mundial de 2000, quando o Corinthians conquistou o título ao vencer o Vasco no Maracanã, Edílson foi interrompido por um participante, que fez uma piada sobre o título, mencionando que era "Mundial sem Libertadores". De forma bem-humorada, Edílson respondeu: "É, vai chorar na Fifa", o que gerou risadas entre os confinados.
Nesses primeiros dias de reality show, Edílson também tem se dedicado a conversar sobre futebol, revelando algumas curiosidades sobre sua trajetória. Durante uma conversa, comentou sobre a tatuagem que fez de seu amigo e ex-companheiro de equipe, Vampeta. Foi em um podcast, apresentado por Vampeta, que Edílson compartilhou a história por trás de seu famoso apelido, "Capetinha". Ele explicou que esse nome foi dado a ele em 1993, devido à formação do ataque do Palmeiras, onde jogavam Edmundo, Evair e ele, formando o trio conhecido como "EEE". "Osmar Santos foi quem nos deu esses apelidos", relembrou Edílson, trazendo um pouco da nostalgia de sua carreira.



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