A recente auditoria realizada no Corinthians apontou para desvios na gestão de materiais fornecidos pela Nike, suscitando uma série de polêmicas e defesas do vice-presidente do clube, Armando Mendonça. O relatório da auditoria, encomendado pelo presidente Osmar Stabile, levanta questões sobre a retirada de itens que ultrapassariam a cota anual estipulada em contrato, gerando preocupação em diversos setores da equipe.
Armando se defendeu das acusações afirmando que nunca desviou materiais do clube. Em uma convocação à imprensa, ele criticou o relatório e o trabalho do diretor de tecnologia responsável pela auditoria, Marcelo Munhoes. O vice-presidente destacou que o descontrole na retirada de materiais ocorreu durante a gestão anterior e que, sob sua administração, foram realizadas melhorias significativas nos processos internos.
Para ilustrar sua defesa, Armando apresentou números que demonstram uma redução na solicitação de itens esportivos, comparando o período atual ao do ano anterior. Ele reafirmou a disposição de colaborar plenamente com uma auditoria externa, comprometendo-se a renunciar ao cargo caso se prove que ele desviou qualquer material do Corinthians.
Armando negou a acusação de ter retirado 131 itens da Nike e explicou que a maioria das solicitações no sistema do clube foi registrada em seu nome apenas por ser o aprovador final. Ele detalhou que retirou um número limitado de materiais para usos institucionais e apresentou documentação das requisições realizadas.
O vice-presidente contestou informações sobre o uso de camisas de relacionamento, esclarecendo que a quantidade mencionada no relatório estava incorreta e que não costuma utilizar esses itens em jogos. Armando também abordou a questão das camisas especiais da NFL, esclarecendo que as retiradas foram feitas com a autorização do presidente e que aguardava a conclusão da auditoria antes de tomar decisões sobre a distribuição dos materiais.
Sobre as acusações de coação a Munhoes, o vice-presidente negou qualquer tipo de ameaça e chamou as alegações de infundadas, defendendo sua conduta durante a auditoria. Ele ainda acusou Munhoes de alterar partes do relatório, notificando-o extrajudicialmente para esclarecer as divergências.
A auditoria identificou diversas irregularidades, incluindo a falta de inventário no almoxarifado e a distribuição desigual de uniformes entre as categorias do clube. O relatório classifica algumas das ocorrências como graves, envolvendo a retirada inadequada de materiais sem registros formais, o que levanta sérias questões sobre a governança interna ao longo dos últimos anos.



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