A SAFiel divulgou uma nota oficial abordando as "red flags" (sinais de alerta) identificadas pelo departamento de compliance do Corinthians. Esse setor analisou o projeto apresentado ao clube e sugeriu à diretoria, liderada por Osmar Stabile, que não assinasse a proposta antes de aclarar determinadas dúvidas.
Um dos pontos destacados pelo compliance é o fato de a empresa Invasão Fiel S.A ter sido constituída recentemente com um capital social de apenas R$ 3 mil, mesmo apresentando uma expectativa de arrecadar R$ 2,5 bilhões para quitar dívidas do clube e investir no futebol. A SAFiel defende que a constituição da Invasão Fiel S.A ocorreu de acordo com todos os "trâmites legais necessários" e que esse baixo capital reflete uma "prática usual" de empresas em fase pré-operacional. Além disso, a SAFiel afirma que o capital inicial não é essencial para a implementação do projeto.
A nota ressalta que o projeto da SAFiel, legalmente representado pela Invasão Fiel S.A, foi desenvolvido em conformidade com as leis, tendo sua fundação ocorrido em julho de 2025. O projeto foi impulsionado pela mobilização de torcedores que participaram de uma vaquinha financeira para a quitação da Neo Química Arena. A data de fundação da empresa foi amplamente divulgada em diversas entrevistas e postagens, garantindo transparência.
Outro aspecto que chamou atenção do compliance é a ligação de Maurício Chamati, um dos idealizadores da SAFiel, com um processo arquivado de estelionato. Além disso, Chamati tem um histórico de associação com a gestão anterior do clube, que era chefiada por Augusto Melo. Ele faz parte do grupo que esteve ativo no Comitê Independente de Finanças do Corinthians por sete meses, tendo assinado um Acordo de Não Divulgação (NDA) que o impediu de compartilhar informações sigilosas. Após o término do comitê, Chamati passou a colaborar com Carlos Teixeira e Eduardo Salusse na elaboração da SAFiel, cujo lançamento oficial ocorreu em 28 de outubro deste ano.
A SAFiel, por sua vez, defende que seu projeto foi desenvolvido "de forma independente, com base em dados públicos e análises de mercado." Em comunicado, foi afirmado que os processos judiciais relacionados a Chamati já foram arquivados ou estão sendo esclarecidos nas instâncias competentes, destacando que o empresário não obteve vantagens devido à sua participação no comitê do clube. O grupo enfatiza que nenhum membro da Invasão Fiel ocupa ou ocupou cargos executivos ou remunerados no Corinthians e que sua atuação se dedica a um modelo de gestão ética e transparente.
Por fim, a SAFiel expressou sua disposição para dialogar sobre a proposta com os conselheiros e associados do Corinthians. Eles propõem um modelo de sociedade anônima do futebol que inclua a participação dos torcedores e uma governança independente, com níveis rigorosos de compliance. O objetivo é a modernização da gestão do clube, priorizando a sustentabilidade e a ética, alinhando-se às melhores práticas do futebol mundial.
A decisão sobre a aprovação da proposta da SAFiel está nas mãos de Osmar Stabile. Contudo, considerando a recomendação do setor de compliance, as chances de avanço do projeto neste momento parecem escassas.



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