José André da Rocha Neto, CEO da Vai de Bet, depôs à Polícia Civil de São Paulo em 12 de dezembro, contrariando a versão do Corinthians sobre o patrocínio de R$ 360 milhões ao clube. Ele afirmou não ter tido contato com Alex Cassundé, apontado como intermediário do negócio e investigado no inquérito. Rocha Neto explicou que o interesse em patrocinar o clube partiu dele mesmo, sem que alguém oferecesse essa possibilidade. Segundo ele, a intermediação do patrocínio ficou a cargo do Corinthians, sem que ele se envolvesse nos detalhes.
No entanto, Alex Cassundé afirmou ter encontrado a Vai de Bet por meio do ChatGPT, um sistema baseado em inteligência artificial. Ele encaminhou o contato da empresa responsável da Vai de Bet para a diretoria do Corinthians, que então tocou a negociação e fechou o vínculo sem a presença de Alex. Em janeiro, houve um convite a Cassundé para constar como "intermediador" do contrato e receber 7% da transação, cerca de R$ 25 milhões, por meio da empresa Rede Social Media Design Ltda.
A versão do Corinthians também diverge da contada por Rocha Neto e vai de encontro ao que disse Alex Cassundé às autoridades. Em nota oficial, o clube informou que "a atuação da empresa intermediária está documentada e evidenciada no contrato celebrado entre as partes, com remuneração que obedece exatamente as mesmas práticas executadas por outros clubes de futebol do Brasil".



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