Rozallah Santoro, diretor financeiro do Corinthians , foi o convidado do quadro Finanças do Esporte, do De Primeira , e falou sobre a atual situação do clube junto com Rodrigo Mattos, Paulo Vinícius Coelho e Domitila Becker. Santoro disse que a situação do Corinthians seria considerada uma questão de falência em uma empresa de mercado. Em qualquer empresa que não tivesse isenção tributária que um clube tem, nosso arcabouço ou as regras que a gente tem para operar, qualquer empresa do mercado teria falido. É uma foto falimentar. Ou seja, é pior do que a pior crise. Por isso que eu falo que o desafio é: fechar essa conta com receita extraordinária no primeiro ano. No segundo ano, entendendo que a gente tem que reforçar o elenco a cada ciclo, mas não é razoável que a gente tenha rupturas como do ciclo passado para esse. Isso é uma avalanche, uma tempestade perfeita. A gente sabe que tem um começo mais dolorido, mas que tem que ser acompanhada por uma estabilidade que se a bola não entrar, não virá. Rozallah Santoro Santoro também disse que o início da gestão Augusto Melo definiu limites de investimento e de orçamento mensal para o departamento de futebol e que isso está sendo cumprido. "A gente estabeleceu dois limites: o limite de investimento é o que tem para entrar dos valores do Gabriel Moscardo. Isso está sendo cumprido, um pouco a mais, um pouco a menos, mas esta linha está senda cumprida. Outra linha que está sendo estabelecida: fora os investimentos, o custo mensal do elenco não ultrapassaria o que a gente tem do orçamento de R$ 20 milhões/mês. Isso também está sendo cumprido. Então, não dá para dizer que está dissociado". Assista ao De Primeira na íntegra



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