O ex-lateral esquerdo, Kléber – que participou do Corinthians no fim dos anos noventa – que participou do programa “Boleiragem” do Sportv, que vai ao ar neste domingo (01), às 23h.
Diante de vários assuntos comentados, Kléber cita sua relação com o ex-companheiro de um Corinthians, Freddy Rincón, morto no abril dia 14 de vítima de acidente grave de carro em Cáli, na Colômbia.
“Desde o acontecimento, para mim foi uma coisa muito angustiante. Eu e o Freddy a gente tinha uma relação de pai para filho, uma cara que sempre o contato mesmo depois que ele parou e que eu parei, a gente tinha uma amizade muito boa, ele também criou uma amizade com meu pai. Foi muito difícil saber que iria o, até pelos comentários que a gente de caras de lá (da Colômbia), que falava da dificuldade que era de ele perder cara sobreviveu. Foi uma coisa que chocou família, a gente sempre se falava, ele estava planos para vir ao Brasil e a gente encontrar. Foi uma coisa que me entristeceu muito. Quem jogou com o Freddy, em um ou dois anos já tinha perdido o (Gilmar) Fubá também. Marcaram, e o Fredy marcou muito na minha vida” , disse.
“Se você pegar jogos do Corinthians, com o Sylvinho o Freddy jogava do lado direito, com o Índio. E eu entrei quando ele passou para o meu lado, eu tinha uma dificuldade, porque o Índio tinha idade anterior em 198, foi quando ele tinha uma bagagem, uma experiência, ele já tinha uma bagagem, uma experiência, eu estava a entrar porque. Ele passa para o meu lado e falava: “Vai, mas volta, volta pelo meio. Eu vou estar aqui, mas Freddy não é lateral, Freddy é meio, você volta pelo meio, coisa rápida.” Tanto que os me apelidaram de grande pássaro, porque Índio quase não passa, e eu ia. Quando dava 20 minutos, eles falavam que eu estava jogando de pé e ia caindo a asa do pássaro. “O pássaro morreu” (risos). Foi muito assim, ele me ajuda bastante, vou sentir falta do negrão.”, comentou o ex-jogador.
Pelo Corinthians, Kléber disputou 260 jogos e marcou oito gols. O ex-atleta foi tricampeão paulista (1999, 2001 e 2003), bicampeão brasileiro (1998 e 1999), além de ter vencido um Rio-São Paulo (2002), uma Copa do Brasil (2002) e o Mundial de Clubes (2000).
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