25/9/2026 20:50
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Governo proíbe bets e patrocínio do Corinthians fica ameaçado!
Com até R$ 200 milhões por ano em jogo, o Corinthians monitora a MP do Governo Federal que proíbe casas de apostas e exige a rescisão de patrocínios no país.
O terremoto legislativo deflagrado nesta sexta-feira (25) atingiu em cheio o modelo de sustentação financeira do futebol nacional e coloca os cofres dos grandes clubes totalmente em jogo. O Governo Federal anunciou um pacote drástico de medidas para banir o funcionamento de casas de apostas virtuais e cassinos on-line em todo o território nacional. Em São Paulo, o Corinthians confirma que foi formally notificado pela sua patrocinadora máster, a Esportes da Sorte, e já montou um comitê de crise para acompanhar o impacto direto da medida provisória que proíbe novos aportes, depósitos e propagandas do setor.
A ofensiva do Palácio do Planalto reage ao crescimento do endividamento das famílias de baixa renda e acontece a dias do primeiro turno das eleições presidenciais de 4 de outubro. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva contesta os argumentos de regulação do setor e admite a decisão política de intervir de maneira radical nos bastidores:
— Eu ouvi de perto o estrago que as bets estão fazendo na vida de muita gente. Gente endividada, família sofrendo, trabalhador perdendo o que levou uma vida para conquistar. O nosso povo não pode pagar essa conta. Essa não é uma guerra, é uma decisão: eu terei o imenso prazer de acabar com as bets — dispara o presidente da República em publicação que incendiou a classe esportiva.
Pelas diretrizes anunciadas pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, a MP bloqueia imediatamente novas apostas. As plataformas seguem abertas exclusivamente para saque e resgate de saldo de clientes até as 23h59 do dia 5 de outubro — data-limite em que todo o tráfego será cortado no país.
O mesmo prazo fatal foi estipulado para a remoção completa de marcas e logotipos de camisas, estádios, placas publicitárias e materiais digitais de entidades esportivas.
Caso o saldo dos usuários não seja pago pelas empresas até o dia 14 de outubro, a Caixa Econômica Federal fará o estorno compulsório.
A canetada cria um gigantesco acordo travado para o Parque São Jorge e para os principais gigantes da Série A.
Parceira do Alvinegro desde meados de 2024, a Esportes da Sorte possui contrato assinado até o encerramento da temporada de 2029, em uma operação que pode atingir até R$ 200 milhões por ano somando bonificações e variáveis.
Embora o diálogo entre as partes permaneça alinhado, a medida provisória — que terá vigência imediata enquanto tramita por até 120 dias no Congresso — inviabiliza formalmente a continuidade da exibição da logomarca no uniforme.
O clima de tensão já havia escalado na última semana, quando o Corinthians e as principais equipes da elite lançaram um manifesto conjunto chamando a proposta de "fim do futebol brasileiro".
Cartolas alegam que a interrupção repentina das verbas de patrocínio gerará colapso na folha salarial de atletas e na manutenção de instalações esportivas.
A mobilização institucional contou ainda com o respaldo público de federações de peso como FPF (São Paulo), Ferj (Rio de Janeiro), FGF (Rio Grande do Sul) e FMF (Minas Gerais), além de coincidir com discussões municipais semelhantes na Câmara dos Vereadores de São Paulo.
Cientes de que a perda abrupta do patrocinador máster criará um buraco imediato no fluxo de caixa para quitar salários e direitos de imagem, executivos do Timão cobram articulação emergencial da bancada da bola no Congresso Nacional. A diretoria alvinegra admite a gravidade do cenário nos bastidores e intensifica reuniões jurídicas para traçar alternativas de receita caso o bloqueio total das bets seja sacramentado.
A ofensiva do Palácio do Planalto reage ao crescimento do endividamento das famílias de baixa renda e acontece a dias do primeiro turno das eleições presidenciais de 4 de outubro. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva contesta os argumentos de regulação do setor e admite a decisão política de intervir de maneira radical nos bastidores:
— Eu ouvi de perto o estrago que as bets estão fazendo na vida de muita gente. Gente endividada, família sofrendo, trabalhador perdendo o que levou uma vida para conquistar. O nosso povo não pode pagar essa conta. Essa não é uma guerra, é uma decisão: eu terei o imenso prazer de acabar com as bets — dispara o presidente da República em publicação que incendiou a classe esportiva.
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O mesmo prazo fatal foi estipulado para a remoção completa de marcas e logotipos de camisas, estádios, placas publicitárias e materiais digitais de entidades esportivas.
Caso o saldo dos usuários não seja pago pelas empresas até o dia 14 de outubro, a Caixa Econômica Federal fará o estorno compulsório.
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Embora o diálogo entre as partes permaneça alinhado, a medida provisória — que terá vigência imediata enquanto tramita por até 120 dias no Congresso — inviabiliza formalmente a continuidade da exibição da logomarca no uniforme.
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Cientes de que a perda abrupta do patrocinador máster criará um buraco imediato no fluxo de caixa para quitar salários e direitos de imagem, executivos do Timão cobram articulação emergencial da bancada da bola no Congresso Nacional. A diretoria alvinegra admite a gravidade do cenário nos bastidores e intensifica reuniões jurídicas para traçar alternativas de receita caso o bloqueio total das bets seja sacramentado.
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Postado por Enzo - 174 visitas - Fonte: Tudo Timão
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