O atacante retornou ao Brasil para realizar exames médicos e avançar nas conversas, mas o impasse contratual segue nos bastidores do Parque São Jorge. Apesar de avanços, Corinthians e estafe do jogador ainda divergem sobre cláusulas do novo vínculo.
Internamente, a diretoria entende que a exigência de Depay sobre o Mundial é incompatível com a política financeira do clube. O tema se tornou o principal obstáculo para a assinatura da renovação, mesmo com o retorno do jogador ao país.
Aliados do presidente Osmar Stabile demonstram preocupação com a condição física do atacante, que ficou afastado por cerca de dois meses nesta temporada por lesão e disputou a Copa do Mundo convivendo com limitações. Ainda assim, pessoas próximas garantem que ele chega tranquilo para os exames, após preparação individual com o preparador físico Diego Pereira.
Outro fator importante é a dívida de aproximadamente R$ 42 milhões que o Corinthians possui com Depay. Nos bastidores, dirigentes entendem que esse passivo aumenta a necessidade de um acordo, já que uma ruptura poderia elevar a cobrança para cerca de R$ 80 milhões, considerando multas e correções.
Apesar dos impasses, a avaliação interna é de que a renovação ainda possui boas chances de ser concretizada. No entanto, enquanto não houver consenso sobre as cláusulas finais, a permanência do camisa 10 seguirá cercada de incertezas.
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