22/5/2026 17:11
Corinthians tenta justificar não classificação a Libertadores 2025 para evitar Transferban e justiça responde!
O CAS rejeitou o recurso do Corinthians e manteve o transfer ban por três janelas, além de impor uma ríspida dívida de R$ 7,1 milhões com o Philadelphia Union.
O expediente jurídico do clube paulista sofreu um ríspido nocaute definitivo nos tribunais europeus. A Corte Arbitral do Esporte (CAS) emitiu, nesta sexta-feira (22 de maio), sua sentença final sobre a ruidosa disputa entre o Corinthians e o Philadelphia Union, dos Estados Unidos. O tribunal de última instância destruiu as teses alvinegras, ratificou a condenação financeira imposta e confirma o ríspido transfer ban por três janelas completas de registro, sufocando os planos de mercado da gestão de Osmar Stabile em 2026.
Nos bastidores da apuração, o Corinthians tentava se valer de uma manobra interpretativa para escapar de um bônus contratual de 100 mil dólares. A diretoria jurídica argumentava que o clube não tinha a obrigação de pagar a meta porque não havia se classificado para a fase de grupos da Copa Libertadores de 2025 — caindo ainda na etapa preliminar e sendo remanejado para a Copa Sul-Americana. Contudo, o árbitro do CAS contesta a lógica brasileira, reage com rigidez e deixa claro que a fase preliminar já faz parte da competição oficial. A decisão se baseou no estatuto da Conmebol, que divide o torneio em três fases indissociáveis.
Com o racha encerrado na Suíça, a fatura final virou um verdadeiro pesadelo para as finanças do Parque São Jorge. O Corinthians admite que terá de desembolsar ríspidos 1,425 milhão de dólares (cerca de R$ 7,1 milhões), acrescidos de juros punitivos de 15% ao ano que correm desde o início do imbróglio. Para piorar o cenário, a corte ainda cobra taxas extras de 75 mil dólares destinadas à Fifa e mais 25 mil dólares para cobrir as despesas legais do clube norte-americano.
A manutenção da punição máxima coloca a montagem do elenco de Fernando Diniz sob ríspida ameaça e deixa o planejamento em jogo. Amarrado pelas regras de Zurique, o Timão está proibido de registrar qualquer cara nova no futebol profissional e nas categorias de base. O impasse obriga a comissão técnica a tirar leite de pedra com as peças que já possui no vestiário. Em um momento crítico da temporada, onde o time busca reabilitação imediata no cenário nacional, o Corinthians desafia o próprio sufoco administrativo e se vê forçado a reinventar sua engenharia tática se quiser sobreviver ao racha de 2026.
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