O goleiro Hugo Souza vive a expectativa da convocação para a Copa do Mundo de 2026, que ocorrerá nos Estados Unidos, México e Canadá. O técnico Carlo Ancelotti anunciará a lista dos convocados nesta segunda-feira (18), e o jogador do Corinthians almeja fazer parte da equipe que representará o Brasil no torneio internacional.
No processo de seleção, Hugo Souza enfrenta forte concorrência, com nomes como Alisson, Ederson e Bento disputando as vagas. Alisson ainda se recupera de uma lesão e Ederson vive um momento irregular no Fenerbahçe, enquanto Bento surge como o principal rival para a última posição de goleiro convocado.
Desde sua transferência para o Corinthians, Hugo tem se destacado em campo, contabilizando 119 partidas como titular com uma média de 0,9 gol sofrido por jogo e um impressionante percentual de 75% de defesas. Sua atuação em momentos cruciais, como na defesa de 14 pênaltis, tem sido crucial para os resultados positivos da equipe.
Na temporada atual, o goleiro soma 29 jogos, com a média de 0,8 gol sofrido, equivalente a 13 partidas sem ser vazado. Seus números refletem não apenas sua solidez defensiva, mas também sua participação na construção do jogo, com 68% de acerto em passes e tentativas frequentes de contribuir ofensivamente.
Embora sua trajetória tenha sido marcada por desfalques, como um gol contra e três pênaltis cometidos, sua avaliação geral no Sofascore é de 7,03, com 6,82 na temporada. Ele conseguiu se manter nas listas de convocação de Ancelotti, destacando-se na derrota do Brasil para o Japão por 3 a 2.
Hugo tem uma relação pessoal forte com a Copa do Mundo, considerando-a um sonho cultivado desde a infância e está preparado mentalmente para o anúncio da convocação. Ele enfatiza a importância da concentração nos treinos e a visualização constante do seu objetivo, utilizando imagens relacionadas à Seleção Brasileira em seu cotidiano.
Se convocado, Hugo se tornará o 25º jogador da história do Corinthians a participar de uma Copa do Mundo. O clube possui um legado significativo nesse contexto, com jogadores icônicos como Dida e Vampeta que marcaram época e deixaram um legado inegável na história do futebol nacional e nas competições internacionais.
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