O Corinthians garantiu sua classificação para as oitavas de final da Copa do Brasil ao vencer o Barra-SC por 1 a 0, com gol de Yuri Alberto. Apesar da vitória, o que chamou atenção foi a entrevista do camisa 9, que revelou seu desejo de se transferir para o futebol europeu.
Internamente, o clube já tinha conhecimento da vontade do atacante, mas não trata sua negociação como prioridade no mercado de meio de ano. Isso porque o Timão detém apenas 40% dos direitos econômicos de Yuri, o que limita o potencial de lucro em uma eventual venda. Por esse motivo, segundo apuração de Fábio Lázaro, do *UOL*, a diretoria foca em nomes como Breno Bidon e André Ramalho, cujos direitos pertencem majoritariamente ao clube e podem render cifras mais significativas.
Mesmo assim, a importância técnica de Yuri Alberto é considerada alta. Apesar das críticas externas pelas chances desperdiçadas, o diagnóstico interno é positivo: o atacante gera volume de jogo, cria oportunidades e mantém um índice de gols relevante. Por isso, sua saída é vista como uma lacuna difícil de preencher.
O Corinthians mantém o canal aberto para propostas, mas estabeleceu pré-requisitos rígidos. Para liberar o jogador, o clube espera que sua fatia na transação renda entre R$ 116,6 milhões e R$ 128,2 milhões, o equivalente a 20 a 22 milhões de euros. Esse patamar é considerado mínimo para que qualquer negociação avance.
Assim, enquanto Yuri Alberto segue como peça importante em campo, o futuro do atacante dependerá de propostas que atendam às exigências financeiras do Corinthians, que busca equilibrar a necessidade técnica com a realidade econômica do clube.
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