Presidente do Corinthians barra venda de André ao Milan após repercussão e críticas de Dorival
Osmar Stabile decide não assinar acordo encaminhado e entende que volante vale mais no mercado
O presidente do Corinthians, Osmar Stabile, decidiu não assinar o contrato de venda do volante André ao Milan, da Itália, em uma negociação avaliada em 17 milhões de euros, cerca de R$ 103 milhões. O recuo acontece após a forte repercussão do acordo nos bastidores do clube e também depois de duras críticas feitas pelo técnico Dorival Júnior à possível saída do jovem.
O negócio era tratado como avançado pelo estafe do jogador e vinha sendo conduzido pelo departamento de futebol, restando apenas a assinatura do mandatário corintiano para a oficialização. No entanto, ao tomar conhecimento dos detalhes financeiros da proposta, Stabile optou por barrar a transferência, entendendo que André possui valor de mercado superior ao montante apresentado pelo clube italiano.
A decisão foi tomada neste domingo, após o presidente evitar tratar do assunto antes da semifinal do Campeonato Paulista, contra o Novorizontino. Uma reunião está prevista para esta segunda-feira, quando Stabile pretende comunicar oficialmente sua posição aos demais dirigentes e alinhar os próximos passos do clube em relação ao atleta.
Depois da eliminação no Estadual, Dorival Júnior se posicionou publicamente contra a venda, afirmando que André “vale muito mais no mercado” e que o Corinthians não pode, a todo momento, desmontar equipes em formação. O treinador também reforçou a necessidade de retorno técnico antes do financeiro, destacando a importância do volante no projeto esportivo.
A repercussão negativa entre torcedores fez o executivo de futebol Marcelo Paz se manifestar, ressaltando que o acordo ainda não estava fechado e dependia da assinatura presidencial. Ele também reforçou que o Corinthians precisa realizar vendas para equilibrar suas contas, mesmo reconhecendo a relevância técnica do jogador.
A proposta do Milan envolve a compra de 70% dos direitos econômicos de André, com 15 milhões de euros fixos e mais 2 milhões em bônus condicionados a metas esportivas. O Corinthians ainda manteria 20% do lucro em uma futura venda, enquanto o jogador abriria mão dos outros 30% para viabilizar o acordo.
O estafe do atleta sustenta que houve troca de minutas e assinaturas parciais, considerando a proposta como vinculante. Diante disso, existe a possibilidade de o Milan acionar a Fifa alegando quebra unilateral de contrato. O Corinthians, por sua vez, entende que o negócio só pode ser considerado fechado com a assinatura do presidente e não vê risco jurídico imediato.
Formado nas categorias de base do Timão e promovido ao profissional por Dorival Júnior, André soma 24 partidas pelo time principal, com quatro gols marcados, e é visto internamente como um ativo estratégico para o presente e o futuro do clube.
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