28/2/2026 11:09

Empresário tenta pagar a multa, mas Corinthians recua: o que travou o negócio por Alisson

Negociação entre Corinthians e São Paulo por Alisson travou após o Timão recuar do depósito de R$ 1 milhão. Estafe sugeriu pagar multa para destravar, mas acordo não avançou.

Empresário tenta pagar a multa, mas Corinthians recua: o que travou o negócio por Alisson

Alisson tenta pagar multa ao São Paulo, mas Corinthians recua e negociação trava nos bastidores


Estafe sugeriu arcar com valor para destravar saída; Timão não depositou parcela inicial e acordo foi encerrado



A negociação envolvendo Corinthians e São Paulo pelo volante Alisson ganhou um desfecho inesperado após avançar nos bastidores e, ainda assim, travar no momento decisivo. De acordo com informações que circularam no noticiário esportivo, o estafe do jogador chegou a sugerir o pagamento de uma multa para destravar a transferência, numa tentativa de acelerar o acordo entre os clubes. Mesmo com essa alternativa colocada na mesa, o Corinthians optou por recuar e a tratativa acabou não avançando, encerrando um movimento que vinha sendo tratado como encaminhado.




O ponto central do impasse foi o depósito da primeira parcela prevista no acerto entre os clubes. O São Paulo condicionou a liberação imediata do atleta ao recebimento de R$ 1 milhão à vista, e o Corinthians sinalizou que não faria esse pagamento nos termos exigidos. A partir daí, as conversas esfriaram e o negócio foi dado como encerrado. A apuração indica que o Timão alegou dificuldades para cumprir a exigência naquele formato, enquanto o Tricolor manteve a posição de não flexibilizar as condições para concretizar a saída do jogador.




Nos bastidores, a negociação já tinha etapas adiantadas, com alinhamento de termos e o desejo do atleta de voltar a trabalhar com Dorival Júnior, além de movimentações que indicavam avanço. O modelo discutido previa empréstimo de um ano, com o Corinthians assumindo salários e uma opção de compra fixada em 2,5 milhões de euros. Além disso, o acordo incluía gatilhos financeiros por metas: pagamento adicional em caso de minutagem em número determinado de partidas e uma cláusula específica caso Alisson atuasse contra o São Paulo, mecanismo comum em negociações entre rivais para mitigar risco esportivo.



Mesmo com o estafe oferecendo uma “solução” para facilitar a liberação, o Corinthians não seguiu com o plano e manteve a decisão de recuar. Assim, Alisson voltou à rotina no CT do São Paulo e segue com futuro indefinido no curto prazo, enquanto o clube tricolor administra o cenário e o mercado observa se surgirão novas sondagens. No Corinthians, o recuo é tratado internamente como medida de responsabilidade financeira, e o episódio reforça como entraves de caixa e exigências contratuais podem encerrar acordos mesmo quando as tratativas parecem perto do desfecho.




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