O Corinthians de 2026 vive uma realidade de "pés no chão", mas com os olhos atentos às oportunidades de mercado. Faltando poucos dias para o fechamento da janela de transferências, em 3 de março, o clube ainda busca nomes para o meio-campo e ataque. A estratégia é clara: devido à dívida de R$ 2,8 bilhões, o Timão prioriza jogadores livres ou por empréstimo, buscando aumentar as opções de Dorival Júnior sem comprometer ainda mais as finanças do Parque Jorge.
A Dança das Cadeiras: 12 Jogos, 12 Times
Um dado chama a atenção na atual temporada: a impossibilidade de repetir a formação inicial.
Instabilidade Necessária: O excesso de lesões e a chegada gradativa de reforços impediram que Dorival encontrasse o "11 ideal".
Contraste com 2025: No ano passado, o técnico utilizou apenas três variações principais em 45 partidas. Em 2026, o calendário apertado e o foco na Supercopa Rei e no Brasileirão transformaram o elenco em um canteiro de obras constante.
Estreias e Esperas: Enquanto Gabriel Paulista, Matheus Pereira, Allan e Pedro Milans já debutaram, a Fiel ainda aguarda para ver Zakaria Labyad e Fabrizio Angileri em campo.
A Voz do Comandante: Valorização Interna
Apesar das limitações, Dorival Júnior mantém um discurso de otimismo e valorização do grupo. O treinador elogiou a gestão de elenco da diretoria, destacando que o Corinthians está conseguindo ser competitivo mesmo com investimentos muito inferiores aos de seus principais rivais.
Adaptação: A capacidade de moldar o time conforme as peças disponíveis tem sido o grande trunfo tático.
Prioridades: O clube entende que o setor ofensivo precisa de mais uma "sombra" de peso, especialmente após a lesão de Kaio César, que vinha sendo uma peça importante na intensidade das transições.
Reta Final da Janela
O foco nos próximos dias será fechar lacunas pontuais. A leitura de jogo da diretoria indica que o mercado sul-americano e jogadores em fim de contrato na Europa são os alvos principais. O objetivo é entregar a Dorival um grupo capaz de suportar a maratona que virá a partir de abril, mantendo a competitividade sem ferir a responsabilidade fiscal.
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