Uma auditoria recente no Sport Club Corinthians Paulista revelou graves irregularidades na gestão de materiais da Nike, o que levantou preocupações sobre a administração do clube. O promotor Cassio Conserino, responsável por investigações relacionadas ao uso inadequado dos cartões corporativos do Corinthians, apresentou uma representação à Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social, sugerindo uma intervenção judicial no clube.
No documento, que possui 55 páginas e é datado de 11 de novembro, Conserino elenca 25 razões que fundamentam a necessidade de um inquérito ou de uma ação civil pública. Embora não tenha autoridade para propor diretamente a intervenção, o promotor encaminhou o pedido a outra promotoria, onde ele permanece em análise sob sigilo.
Entre os casos citados na representação, destacam-se os escândalos envolvendo os cartões corporativos, que levaram à denúncia do ex-presidente Andrés Sanchez, além de ocorrências de desvio de materiais esportivos e indícios de infiltração do crime organizado no clube. A representação inclui ainda laudos de auditores externos apontando irregularidades, o reconhecimento do Corinthians como patrimônio cultural e investigações em andamento que envolvem diversos ex-presidentes do clube.
Os problemas relatados na auditoria incluem um sistema de compliance falho, a não observância do estatuto em processos de impeachment e a utilização inadequada de cartões corporativos por ex-dirigentes. Além disso, há evidências que relacionam atletas profissionais a locais e pessoas possivelmente ligadas ao crime organizado.
Outra preocupação expressa no relatório é a gestão financeira do clube, que enfrenta um elevado endividamento, considerado impagável por laudos de especialistas. A auditoria também destacou questões como a ausência de cumprimento no regime centrado de execuções, pagamentos polêmicos e notas fiscais consideradas suspeitas.
Diante desse cenário, Conserino argumenta que a proteção do Corinthians, como patrimônio cultural, é responsabilidade do Ministério Público e justifica a necessidade de intervenção para salvaguardar os interesses do clube e de seus torcedores.



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