O Corinthians emitiu uma nota oficial referente a uma auditoria interna que identificou irregularidades na distribuição de materiais esportivos fornecidos pela Nike, que é parceira do clube há mais de 20 anos. A nota foi apresentada pelo presidente Osmar Stabile ao Conselho Deliberativo e resume os principais achados do relatório que avaliou os estoques e os processos de gestão dos materiais fornecidos pela Nike ao clube nos anos de 2024 e 2025. A auditoria, que ocorreu entre setembro e outubro de 2025, abrangeu os almoxarifados do CT Dr. Joaquim Grava e do Parque São Jorge.
O comunicado do Corinthians destaca que o presidente Osmar Stabile solicitou ao Conselho Deliberativo que as Comissões do CD procedessem com a análise e apuração dos fatos encontrados. O Conselho também se manifestou, informando que o relatório foi enviado à Comissão de Justiça, que é responsável por iniciar a análise do caso junto à Comissão de Ética. As partes envolvidas no processo serão ouvidas, numa etapa essencial para a elaboração de um parecer final que será posteriormente encaminhado à presidência do CD.
O presidente do Conselho Deliberativo, Romeu Tuma Júnior, enfatizou que a investigação em andamento segue ritos estatutários e que um parecer detalhado e conclusivo será elaborado pela Comissão de Justiça. Entre as irregularidades apontadas no relatório estão retiradas de materiais acima da cota contratual, bem como peças que estavam em péssimas condições e armazenadas inadequadamente. Mais preocupante ainda é o cenário de desorganização observado na cadeia de recebimento, controle e distribuição dos itens, que afeta múltiplos departamentos do clube, dificultando a rastreabilidade e a transparência.
O relatório também indicou a existência de processos não conformes, como a retirada de materiais antes da finalização dos trâmites formais e a ausência de registros completos. Além disso, há suspeitas de comercialização indevida de itens pertencentes ao clube, algumas delas com indícios de envolvimento de colaboradores. Um dos principais pontos do relatório menciona o vice-presidente Armando Mendonça, que é descrito como figura central nas investigações, sendo mencionado por fazer retiradas de itens sem o devido registro ou autorização.
Em resposta às acusações, Armando Mendonça contradisse as alegações em uma nota ao portal ge, afirmando que as informações sobre sua responsabilidade na distribuição dos materiais são falsas. Ele destacou que, devido a problemas enfrentados na gestão anterior, assumiu a iniciativa de ajudar a implementar um sistema de controle mais transparente, visando evitar prejuízos e irregularidades. Mendonça enfatizou que sua função será sempre a análise de pedidos extras e a autorização deles conforme as necessidades, sem ser responsável pela definição da política de distribuição interna por departamento.



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