Após o primeiro teste internacional, o Corinthians enfrenta a realidade de suas fragilidades mais urgentes que devem ser corrigidas para o sucesso no comando da equipe. Na partida contra o América de Cali, o time apresentou cansaço, perdeu intensidade e acabou cedendo um empate por 1 a 1, dificultando a busca pela vaga nas oitavas da Sul-Americana.
Dorival Júnior montou o time com duas linhas de quatro homens, buscando espaço com a movimentação de Memphis e Yuri Alberto. Apesar do gol de Memphis e das chances criadas no primeiro tempo, o Corinthians viu o América controlar o jogo e terminar com 54% de posse de bola. O desgaste físico ficou evidente, resultando em desconcentração e problemas defensivos.
O empate forçou o time a buscar a vitória, mas a falta de força física para pressionar e sufocar o adversário ficou evidente. Dorival Júnior percebeu claramente a necessidade de reforços para o elenco, não apenas pelas peças que entraram em campo, mas também pela condição física dos jogadores.
Em resumo, o Corinthians enfrentou um choque de realidade diante de um adversário organizado e competitivo. A oscilação do time, aliada a um elenco curto, demonstra a necessidade de melhorar a confiabilidade defensiva para alcançar patamares mais elevados. Dorival, em uma semana, identificou na prática os pontos mais urgentes a serem corrigidos.



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