Por Iúri Medeiros
Corinthians e Fortaleza se enfrentaram nesta última quinta-feira, pelo Campeonato Brasileiro, no que pode ter sido considerada a prévia para a semifinal da Copa Sul-Americana. O Timão perdeu por 2 a 1 e fez questão de mostrar que não é o favorito para avançar à decisão do torneio continental.
É verdade que o conjunto alvinegro foi bem modificado para o duelo, inclusive com o retorno do esquema com três defensores. Figuras importantes como Renato Augusto, Fagner, Fábio Santos e Matías Rojas nem viajaram com a delegação, além de Lucas Veríssimo, que foi relacionado mas ficou no banco de reservas.
Mesmo assim, difícil imaginar que o cenário seria diferente com esses atletas em campo. O Corinthians mostrou na Arena Castelão o que vem sendo um padrão: falta de combatividade para marcar, pouquíssimas ideias para contragolpear e dependência das individualidades para criar algo.
O Corinthians melhorou no segundo tempo, com o retorno da linha de quatro na defesa, mas ainda assim foi muito pouco. Muito pouco para quem se diz postulante ao título da Sul-Americana e muito pouco para quem tem uma das maiores folhas salariais do país.
O trabalho de Vanderlei Luxemburgo não só está estagnado, como parece não evoluir. A data Fifa trouxe dias de treino ao CT Dr. Joaquim Grava, mas não se viu qualquer melhora coletiva no gramado da Arena Castelão.
O time vai ter a chance de progredir nessa sequência de três jogos na Neo Química Arena, onde historicamente o Corinthians joga melhor. A equipe enfrenta Grêmio e Botafogo pelo Campeonato Brasileiro, e o próprio Fortaleza pela ida da Sul-Americana.
É importante o Corinthians voltar a competir minimamente. Ou serão grandes as chances do time ser eliminado do torneio continental e terminar o ano brigando contra o rebaixamento.
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