Vanderlei Luxemburgo não se surpreendeu com o empate em 0 a 0 entre Corinthians e Palmeiras na tarde deste domingo, na Neo Química Arena. O técnico elogiou o rival, disse ter sido “um clássico igual” e falou sobre a pressão que vive no cargo.
– Tenho que dar parabéns aos jogadores, pois hoje entramos como azarões. Falavam de goleada. Esqueceram que é o Corinthians . É assim um Dérbi. Se for considerar, um empate entre Palmeiras e Corinthians é um resultado bem normal – defendeu o treinador na entrevista coletiva que deu.
– Foi um clássico igual. Externamente, o Corinthians entrou já perdendo, mas o Corinthians não entra perdendo, você entra sempre acreditando que a vitória vai dar certo – completou Luxa.
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O Corinthians jogou o Dérbi tendo que dar uma resposta após a classificação tão sofrida na Argentina, pela Sul-Americana, cinco dias antes. Luxemburgo admite que o time “não jogou nada” contra o Estudiantes, mas saiu satisfeito com a competitividade que viu.
– É um clássico, um Dérbi muito disputado. Eles tiveram mais posse e são um time muito bem treinado, com bons jogadores. A gente sabia onde a bola final ia, e nossos zagueiros foram bem. Queriam abrir a área e deixar os jogadores chegando por dentro. Sabíamos que poderíamos matar o jogo (no contra-ataque), e tivemos a bola no primeiro tempo – comentou, lembrando lance em que Weverton evitou o gol de Maycon.
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Vanderlei Luxemburgo em Corinthians x Palmeiras — Foto: Leonardo Sguaçabia
Vanderlei Luxemburgo em Corinthians x Palmeiras — Foto: Leonardo Sguaçabia
Foi o terceiro empate seguido do Corinthians, que chega aos 26 pontos e ainda tem um jogo a menos do que os concorrentes na metade inferior da classificação. O time patina nos resultados, mas Luxemburgo diz não sentir qualquer pressão.
– Em momento algum essa pressão foi interna. Estou há quatro meses conversando com Duilio, Alessandro, tendo reuniões constantes. Em momento algum fui questionado ou perguntei a eles como eu estava. A pressão é externa. Nunca sentamos para conversar se eu sairia ou ficaria. Na parte externa, já me mandaram embora, disseram que o ambiente é ruim, saem várias informações furadas. Internamente, nunca senti desconfiança. Zero – afirma o técnico corintiano.
Luxa agora tem 11 dias para fazer os ajustes no Corinthians, pois a data Fifa interrompe o Brasileirão. O Timão volta a campo na visita ao Fortaleza, no próximo dia 14.
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Mais respostas de Luxemburgo:
Está sendo mal interpretado? – Onde vocês viram que eu defini o Renato como centroavante? Eram dois meias por dentro. Em momento algum da minha palestra eu defini o Renato como falso centroavante, pode perguntar aos jogadores. Mas não jogamos nada, tomamos um gol com 54 segundos. Qual estratégia dá certo tomando um gol assim? Contra o São Paulo seria um emocional diferente se tivéssemos perdido por 1 a 0 no primeiro tempo, mas eu não disse que queria perder. As entrevistas acontecem. As análises delas é que colocam pressão, quem é que vai ser mandado embora, quem falhou ou não, é assim o futebol brasileiro.
Desfalque de Renato Augusto – No pós-jogo (contra o Estudiantes) tivemos informação do departamento sobre o desgaste, depois de uma análise interna e com o jogador, decidimos que havia uma sobrecarga e não poderíamos expor para uma lesão. Temos mais 17 jogos de Brasileiro. Não fui eu que decidi, é um colegiado, com as informações das análises de pós-jogo.
– Quem disse que eu estou sem falar com o Bruno Mazziotti (coordenador do Núcleo de Saúde e Performance do clube)? Quem disse isso? Tem algum problema? Não. Estamos discutindo tudo o que é do Corinthians. Os outros clubes também fazem análise. Que culpa vocês querem colocar para alguém? Nossa decisão foi inteligente de preservar o jogador. Querem crucificar algum departamento porque ele ficou fora, mas não tenho problema com Bruno. É uma discussão de trabalho. Nós gostaríamos que ele (Renato Augusto) estivesse em campo, mas não deu. Ele foi contra o Goiás, contra o Estudiantes, mas hoje calhou de não ter como jogar.
?? Ouça o podcast ge Corinthians??
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