O Corinthians e o Nagoya Grampus vêm tendo conversas para chegar a um acordo pela dívida do centroavante Jô, que, atualmente, faz parte do elenco do Ceará. Em junho deste ano, a Fifa condenou o jogador e o Timão a pagarem uma multa de 2,6 milhões de dólares (cerca de R$ 13,3 milhões na cotação da época) ao clube japonês por conta de uma rescisão em 2020.
O presidente Duílio Monteiro Alves explicou a situação envolvendo as partes e tranquilizou o torcedor em relação a um possível transfer ban.
“Vem tendo conversas. A gente vem conversando com eles, tudo vem caminhando bem. Por enquanto a gente está tranquilo com as negociações, vendo uma forma de pagamento que não prejudique nosso caixa. Eles entendem a situação, então por enquanto isso não é um problema", explicou o presidente do Corinthians.
"Os outros que tínhamos de ação na Fifa já foram pagos. Só esta situação do Jô que estamos conversando com eles e não estamos encontrando tanta dificuldade para resolver isso de forma amigável e tranquila para o Corinthians. Não, não há risco de transfer ban”, complementou.
Relembre o caso
Em junho deste ano, a entidade máxima do futebol condenou o Corinthians e o ex-jogador do clube Jô a pagarem uma multa milionária por conta de uma rescisão do atleta em 2020.
A decisão da Corte Arbitral do Esporte (CAS) confirmou que o Nagoya teve justa causa para rescindir o contrato, mas reduziu em aproximadamente 1 milhão de dólares (de 3,4 milhões para 2,6 milhões de dólares) o valor da compensação financeira que a Fifa havia arbitrado.
Diante disso, a situação é a seguinte: Jô foi condenado ao pagamento, enquanto o Corinthians, como parte solidária, espécie de 'fiador', terá de pagar o valor caso o jogador não o faça.
O Corinthians só se livraria da responsabilidade se o contrato com Jô tivesse alguma cláusula sobre o tema, o que não foi o caso.
O prazo para o pagamento era de 45 dias, já ultrapassados, mas as conversas continuam acontecendo. Um possível acordo pode envolver desde parcelamento do valor, até inclusão de jogadores para abatimento da dívida.
O valor da condenação não estava no orçamento previsto para o Corinthians em 2022. Por outro lado, a rescisão com Jô vai livrar o clube do pagamento de salários do jogador, antes previsto no mesmo documento. A economia com os salários será de aproximadamente R$ 10 milhões até o final de 2023.
O centroavante rescindiu seu contrato com o Alvinegro no dia 9 de junho, depois de ter sido visto em uma roda de samba durante uma derrota do time para o Cuiabá. Ele abriu mão de salários futuros, mas não de dívidas do passado, que giram em torno de R$ 3,7 milhões.
Corinthians, 2022, Duilio
Olha aí mais um caso de incompetência do juridico do Corinthians que nao colocou a devida cláusula no contrato do Jô. Fazem a merda e ninguém é responsabilizado por nada,
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