Duilio Monteiro Alves está em seu segundo ano como presidente do Corinthians. Eleito no final de 2020, assumiu nos primeiros dias do ano seguinte e, desde então, já soma mais trocas de técnicos do que anos como mandatário.
Em maio de 2021, demitiu Vagner Mancini do cargo. Apesar de não ser presidente do Timão na época da contratação (era Andrés Sanchez), muito provavelmente o nome passou pelo seu crivo, afinal, Duilio era diretor de futebol naquele momento.
Depois disso, ainda em maio, veio Sylvinho, que ficou no clube até fevereiro deste ano, quando acabou demitido após uma derrota de virada para o Santos, na Neo Química Arena. O aproveitamento dele foi de 48% (48 jogos/16 vitórias/14 empates/13 derrotas).
Na última quarta-feira, o clube anunciou a contratação do português Vítor Pereira, com contrato até o fim de 2022, após 20 dias de espera. Diante disso, tem-se, com Duilio no comando, três trocas de técnicos em um ano e dois meses.
Somente para fins de comparação, desde a saída de Tite (segunda passagem, em 2016) para cá, a diretoria demitiu sete nomes: Cristóvão Borges, Oswaldo de Oliveira, Jair Ventura, Fábio Carille (2019), Tiago Nunes, Vagner Mancini e Sylvinho, divididos em três presidentes - Roberto de Andrade (2015-2018), Andrés Sanchez (2018-2020) e Duilio (2021-atual).
Vale ressaltar, porém, que foi contado como demissão somente quando o clube desligou o vínculo, não quando o contrato não foi renovado e nem quando o treinador pediu para sair (casos de Tite, quando foi para a seleção brasileira, e Carille, quando foi para o Al Wehda). O caso de Osmar Loss também foi deixado de lado, uma vez que ele retornou ao cargo de auxiliar.
Passado o difícil ano de 2021, o Corinthians inicia 2022 com grandes nomes no elenco e um novo técnico. Duílio tentava um vínculo até final de 2023, quando acaba sua gestão, mas, conforme divulgado pelo clube, o contrato com Vítor Pereira é válido até dezembro de 2022, pelo menos por enquanto.
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