É normal. Se o time joga mal, o treinador cai mesmo. Aqui, na Eslovênia, em Katmandu ou na liga do Vaticano.
O anormal é Sylvinho ter sido contratado.
Qual o currículo que o credenciava a dirigir um time como o Corinthians? Onze jogos no Lyon? Um período como assessor de Tite na seleção? Ora, até o filho do Tite é assessor do Tite.
A torcida percebeu que não bastava.
E viu as atuações medíocres confirmarem o seu temor.
Um time engessado em esquema único, um 4-1-4-1 imutável.
Sylvinho só era defendido por duas correntes de jornalistas.
Os que defendem a continuidade. Uma tese fluida e sem confirmação. Até quando se deve manter um treinador? Perde, perde, perde, quanto? Um ano?
Os defensores da modernidade.
Mas, o que é a tal modernidade?
Um ou dois cursos da UEFA na parede?
Não dá, né?
Corinthians precisa de um treinador de verdade. Que tenha boas ideias. E que aguente o tranco!
Sylvinho não é o cara. Nunca foi. E quem achou que poderia ser, não conhece o Corinthians.
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