Técnico do Corinthians, Sylvinho foi à sala de imprensa da Neo Química Arena feliz com a vitória por 1 a 0 sobre a Chapecoense, mas também precisou responder a questionamentos sobre algumas de suas escolhas durante o jogo desta segunda-feira. Para o treinador, foi um triunfo "de alma" vindo das arquibancadas.
"Tínhamos uma responsabilidade grande pelo resultado, e até mesmo se ele fosse elástico, e assim esperávamos. Mas do outro lado tem o adversário. Tem números ruins? Sim, mas vem jogar o jogo da vida. Profissionais de alto nível que defendem seu clube e suas família. O que faltou? Faltou esse primeiro gol. Em seis minutos tivemos boa possibilidade com o Du Queiroz, em jogada bem montada e treinada. O goleiro da Chapecoense fez um grande jogo e evitou que o primeiro gol saísse para termos mais tranquilidade. Ficaria mais fácil. Mas quando não faz o gol e tem que apressar a jogada, fica mais difícil. Vai jogando contra um adversário que vai para o chão, entra massagista, árbitro para o jogo, isso vai tirando a concentração".
"Os três pontos eram muito importantes para nós. Mas não foi fácil. Nosso torcedor ajudou demais, foi uma vitória de alma, de torcedor, de estádio cheio. Eu repliquei para os atletas do Corinthians. A vitórias que, além de tática, que mudou muito, mas o gol saiu do estádio. Lotado, 40 mil pessoas. É a vitória da alma", disse o técnico.
De fato, quase 40 mil pessoas estiveram presentes no duelo contra a Chapecoense, proporcionando ao time, mesmo com certa insatisfação, um apoio incondicional durante os minutos de jogo. O gol de Róger Guedes acabou saindo no último lance do confronto.
Sylvinho foi questionado pela manutenção de Gabriel na equipe e a opção por dois volantes mesmo diante de um adversário considerado muito fraco. Com características de um marcador, o camisa 5 acabou sacado no intervalo para a entrada do atacante Gustavo Mosquito.
"O Du Queiroz deu muita consistência no meio-campo recuperando bola e entre linhas, com Gabriel Pereira e Fagner, criando um lado direito muito forte. Nós tentamos muito por aquele lado, poderíamos ter merecido uma melhor sorte, mas futebol não é sorte, é a bola entrar. Já o Gabriel, era um primeiro volante, tem alternado com Cantillo na função. Alguns momentos jogou Cantillo, outros Gabriel, nós temos essa alternativa, queríamos um meio-campo mais dinâmico para soltar mais o Fagner, Giuliano, Róger Guedes, GP, ter a liberdade de Renato", explicou.
"Deu certo contra o Inter, viramos o jogo para 2 a 1, mas sofremos no último minuto o empate. Hoje mais uma vez deu certo, tivemos 80% de posse, jogamos no campo adversário. As mudanças fazem parte. Você tem um grupo, os trinta que fazem parte que ganham campeonato, com características diferentes. Entramos no 4-3-3, depois fizemos o 4-2-4, o Renato começou como centroavante falso, veio jogar como meia, terminou como dois volantes. Renato e Giuliano, dois meias jogando como volante. O Jô entrou como referência, o Róger era ponta-esquerda e virou segundo-atacante, o Gabriel Pereira e Gustavo invertendo posições na direita... O Gustavo entrou e fez um ótimo segundo tempo. Ganhamos três pontos hoje, deu certo. E no Sul, por um pouco não levamos os três pontos".
Com 44 pontos e ocupando a sexta colocação, o Corinthians volta a campo no próximo sábado, para enfrentar o Fortaleza, quinto colocado, com 48 pontos, na Neo Química Arena.
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Vai embora seu fraco
Pura balela desse imbecil, tem que agradecer de ter saído o gol, senão já estaria fritado no Corinthians