A guerra em que se transformou a discussão sobre a renovação do contrato de Gabriel Pereira com o Corinthians já deixou um ferido: o atacante.
Independentemente de como a novela se encerrar, GP terá que administrar o estrago feito em sua relação com a Fiel.
Se ele deixar o clube, carregará o injusto carimbo de mercenário, que parte da torcida está pronta para aplicar.
Seria injustiça porque o atleta é um profissional. Como tal, é normal que coloque na balança o futuro salário na hora de escolher onde trabalhar. Todos nós fazemos isso.
Por outro lado, ficar no Alvinegro não resolveria o problema. Quando ele atuar bem, ok. Mas, nos maus momentos, a tendência é que uma parcela da torcida lembre da turbulenta renovação e pegue mais no pé do atacante.
Essa situação é fruto do fato de a diretoria do clube e o empresário dele, Ivan Rocha, não terem blindado o jogador.
Numa queda de braço dessas, podres dos dois lados vazam na imprensa. Torcedores ficam na bronca com cartolas, empresários e jogador. Só que o atleta é o único que estará em campo para ser vaiado.
Dirigentes e empresário deveriam ter acelerado o processo, o que deixaria GP exposto por menos tempo.
O agente do atleta demorou para se manifestar. Quando o fez, a imagem de seu cliente já havia sofrido desgaste perante a uma fatia significativa da torcida.
Para este colunista, ao dar entrevista para para o programa "Baita amigos", apresentado por Neto, o representante do atleta ficou mais preocupado em lustrar sua imagem do que a de Gabriel.
A função do empresário não é só brigar pela melhor remuneração para seu agenciado. Cabe a ele também ajudar a proteger a imagem do jogador. Nesse caso, não foram perceptíveis eventuais estratégias para blindar o atleta.
A diretoria também deveria pensar nisso, pois o jogador hoje é importante para equipe. Maior atenção dispensada a Gabriel teria evitado a possibilidade aventada de ele não jogar enquanto sua situação contratual não for resolvida.
E se tudo der certo, Gabriel Pereira continuará no Corinthians. Nesse cenário, seria do interesse dos cartolas que a imagem de GP perante a torcida ficasse intacta.
Mas o pensamento da direção foi a curto prazo. Não fosse isso, a renovação teria sido resolvida antes já que o compromisso do jogador com o clube termina no final de março, e ele já pode assinar pré-contrato com outra equipe.
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Igual a este progeto de bom jogadr exintem muitos vai emborora cuzao voce e seu empressario dois lixos
É mercenário sim e por mim não renovaria mais
Olha o malcom maik o Guilherme arana Pedrinho só saíram do timão quando eles sabia qui tava pronto pra jogar fora do Brasil porque la fora as coisa e mais diferente.blz GP
Sabe o que está acontecendo é que essa mídia tem que colocar os torcedores contra o guri isso é uma vergonha para essa mídia
Será que o GP com vinte anos não sabe o que quer só se realmente ele não quer ficar no Timão