11/7/2026 14:20
Indefinição sobre Memphis Depay liga o alerta nos bastidores do Corinthians.
O Corinthians vive impasse com Memphis Depay, que pode não jogar mais pelo clube. Com dívida de R$ 40 milhões, diretoria cobra redução salarial do atacante.
O futuro do principal ativo midiático e técnico do Parque São Jorge entrou em uma zona de absoluto silêncio e contornos asfixiantes. O Corinthians confirma que o atacante Memphis Depay tem o seu retorno ao CT Joaquim Grava totalmente indefinido após a queda da Holanda na Copa do Mundo de 2026. Doze dias se passaram desde a eliminação precoce na gringa, e o jogador segue curtindo um descanso rústico na Europa, deixando a renovação de seu vínculo e a permanência no futebol brasileiro totalmente em jogo.
A engenharia montada nos bastidores pela alta cúpula alvinegra não aceita nenhum acordo travado com o desperdício financeiro. O contrato atual expira em 31 de julho, o que daria brecha para Memphis disputar mais três rachas pelo Brasileirão. Contudo, a diretoria joga parado e não quer o atleta em campo sem a caneta batida no novo papel. O motivo é puramente contábil: se for relacionado para os três compromissos, o atacante ativa gatilhos contratuais que somam R$ 3,15 milhões em bônus, inflando a dívida humana já existente que o clube acumula com ele, hoje estimada em ríspidos R$ 40 milhões entre luvas e premiações atrasadas.
O Corinthians admite que a nova proposta financeira exige um recuo drástico do holandês. O plano prevê um corte pesado na folha, fatiando os vencimentos entre o departamento de futebol e o marketing, por meio da captação de patrocinadores. Memphis viajou para o Mundial com os números em mãos, mas se calou após a queda diante de Marrocos — jogo em que mofou no banco de reservas. Ele alega desgaste humano e físico por conta das lesões que o assombraram ao longo de 2026 e cobra paciência dos dirigentes para dar uma resposta.
Para aumentar o mistério nos bastidores, o nome do atleta sumiu do sistema da Federação Paulista de Futebol (FPF). A diretoria contesta qualquer alarde e revela que o sumiço foi fruto de um erro cadastral rústico que limitou o registro até 20 de junho. Sem pressa para consertar o drible burocrático, o clube só vai atualizar o cadastro quando o novo contrato for assinado. O Corinthians reage à pressão da torcida, desafia o relógio e blinda a cozinha do futebol, ciente de que ditar o ritmo financeiro é mais vital do que apressar a volta de sua estrela internacional.
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