O clássico entre Corinthians e São Paulo, disputado na Neo Química Arena pela 15ª rodada do Brasileirão, terminou com vitória do Timão por 3 a 2, mas ficou marcado por uma polêmica envolvendo Bobadilla e a arbitragem.
Após o gol de Luciano, aos 40 minutos do primeiro tempo, Bobadilla correu para comemorar e fez um gesto com a mão próxima à região genital. A atitude gerou revolta imediata nos jogadores corintianos, que reclamaram com o árbitro Anderson Daronco.
O VAR, comandado por Rodolfo Toski Marques, analisou o lance e classificou como “movimento interpretativo”, sem considerar ofensivo. Segundo Toski, o gesto poderia ser entendido como uma demonstração de “raça” e não como provocação.
“Ele não encosta nas partes genitais. É um movimento próximo, mas interpretativo. Dá para entender como raça, como ‘vamos’, sem intenção de ofender”, disse Toski durante a checagem. Daronco concordou e decidiu não punir o jogador do São Paulo.
A decisão revoltou o Corinthians, que lembrou casos recentes em que jogadores do clube foram expulsos por gestos semelhantes, como Allan contra o Fluminense e André contra o Palmeiras. Para o Timão, a arbitragem tem adotado critérios diferentes em situações parecidas.
O episódio gerou grande repercussão nas redes sociais, com torcedores corintianos criticando duramente a decisão e acusando a arbitragem de falta de coerência.
O clássico terminou com vitória do Corinthians, mas a polêmica promete render novos capítulos fora de campo. A torcida aguarda posicionamento da CBF e segue atenta aos próximos jogos, esperando critérios mais claros da arbitragem.
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